Ministro diz que Malásia não renovará contrato com F1

Acordo com categoria vai até o fim de 2018 e não deve continuar no calendário da categoria

Ministro diz que Malásia não renovará contrato com F1
The grid before the start of the race
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W07 Hybrid leads at the start of the race
Lewis Hamilton, Mercedes AMG F1 W07 Hybrid leads at the start of the race

O futuro do GP da Malásia foi posto em dúvida no mês passado, depois de uma reunião entre os acionistas de Sepang e o Ministério das Finanças, após as baixas vendas de ingressos e os menores números de audiência na TV da história do evento.

O ministro da Juventude e Esportes da Malásia, Khairy Jamaluddin, disse que o GP é muito caro e que o país deve focar somente na corrida de MotoGP.

Sepang tem acordo para sediar o GP de F1 por mais dois anos, mas o ministro de turismo e cultura Nazri Abdul Aziz disse nesta segunda-feira que o contrato não será renovado.

"O acordo atual é de 2016 a 2018. Assim, uma vez que ele terminar, não será renovado", disse Aziz à mídia local.

"O comparecimento à F1 está caindo e estamos gastando US$ 97 milhões por ano", cerva de R$ 320 milhões.

"Os custos da F1 aumentaram 10 vezes, em comparação com a  primeira vez que foi realizada."

A notícia vem depois de Bernie Ecclestone falar que Cingapura também queria desistir de sua corrida de Fórmula 1.

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