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Análise técnica de Giorgio Piola
Assunto

Análise técnica de Giorgio Piola

Análise técnica: Como a Ferrari dominou Spa e Monza

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Análise técnica: Como a Ferrari dominou Spa e Monza
Por:
, Especialista
Co-autor: Matthew Somerfield
Traduzido por: Gustavo Faldon, Editor
14 de set de 2019 14:53

Giorgio Piola analisa como a Scuderia foi dominante nos dis circuitos mais rápidos do ano, na Bélgica e Itália

Depois de bater na trave três vezes, a Ferrari enfim venceu suas duas primeiras corridas em 2019.

Leia também:

Charles Leclerc fez a pole e subiu no lugar mais alto do pódio tanto na Bélgica quanto na Itália. Giorgio Piola analisa as mudanças técnicas que fizeram a equipe italiana dominar Spa e Monza.

Veja na galeria abaixo:

Galeria
Lista

Detalhe na asa da Ferrari SF90

Detalhe na asa da Ferrari SF90
1/5

Foto de: Giorgio Piola

A Ferrari optou por correr com uma asa convencional de baixa pressão aerodinâmica na Bélgica, ao invés da asa traseira em formato de "Colher" dos anos anteriores. É uma decisão que não só aumenta a velocidade de reta, mas também ajuda a manter os rivais mais distantes no trecho intermediário.

Detalhe na asa da Ferrari SF90

Detalhe na asa da Ferrari SF90
2/5

Foto de: Giorgio Piola

O GP da Itália viu a equipe mudar ainda mais para maximizar a performance em linha reta, puxando a vantagem da equipe neste sentido, reduzindo downforce e arrasto

Asa dianteira da Ferrari SF90

Asa dianteira da Ferrari SF90
3/5

Foto de: Giorgio Piola

Na frente do carro, a Ferrari precisou equilibrar as coisas e optou por redesenhar a aleta superior da asa dianteira.

Toro Rosso STR14

Toro Rosso STR14
4/5

Foto de: Giorgio Piola

Em outro lugar, a Toro Rosso introduziu uma nova asa dianteira para o GP da Itália também. Assim como a Ferrari, mudou a aleta superior para diminuir a carga dianteira para se equiparar com as equipes que usaram uma asa traseira mais magra.

Red Bull Racing RB15

Red Bull Racing RB15
5/5

Foto de: Giorgio Piola

A Red Bull seguiu um caminho parecido nos GP's da Itália e Bélgica ao que vinha fazendo há anos - basicamente, tirou a maior quantidade de asa possível. Ela fez isso com a esperança que a diminuição do arrasto compense a falta de potência no motor se comparada à Ferrari e Mercedes. Era claro que eles estavam com menos asa do que seus rivais no grid.

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