Ascensão e declínio: a estrada da Honda na Fórmula 1

Após construir boa reputação na Fórmula 1 no fim dos anos 80 e fazer trabalho competente nos anos 90 e 2000, montadora enfrenta momento complicado

Ascensão e declínio: a estrada da Honda na Fórmula 1
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Sofrendo desde sua volta à Fórmula 1 em 2015, a Honda amarga ser motivo de piadas entre os fãs de automobilismo desde o início de sua parceria com a McLaren. Porém, a montadora já foi bastante vitoriosa no passado.

Após construir um trabalho sólido com a WIlliams e ter sido imortalizada no coração dos fãs com o tricampeonato de Ayrton Senna na McLaren, a montadora ajudou a Jordan disputar o título de 1999 e ganhou corridas como time de fábrica. 

Relembre a passagem da Honda na F1:

A Honda iniciou na Fórmula 1 nos anos 60, precisamente em 1964. A primeira passagem durou cinco anos e contou com duas vitórias, no GP do México de 1965 com Richie Ginther e no GP da Itália de 1968 com John Surtees (foto).
A Honda iniciou na Fórmula 1 nos anos 60, precisamente em 1964. A primeira passagem durou cinco anos e contou com duas vitórias, no GP do México de 1965 com Richie Ginther e no GP da Itália de 1968 com John Surtees (foto).
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Foto de: LAT Images

Em 1983, a montadora retornou à F1 fornecendo motores para a fraca equipe Spirit. No fim do ano, os japoneses se aliaram à Williams.
Em 1983, a montadora retornou à F1 fornecendo motores para a fraca equipe Spirit. No fim do ano, os japoneses se aliaram à Williams.
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Foto de: LAT Images

A parceria rendeu dois títulos de construtores à Williams e um de pilotos com Nelson Piquet em 1987. Em 1987, a Honda iniciou seu relacionamento com a Lotus e com Ayrton Senna, que levou a fábrica a seu melhor período.
A parceria rendeu dois títulos de construtores à Williams e um de pilotos com Nelson Piquet em 1987. Em 1987, a Honda iniciou seu relacionamento com a Lotus e com Ayrton Senna, que levou a fábrica a seu melhor período.
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Foto de: LAT Images

O brasileiro iniciou o apogeu da Honda na F1 pela Mclaren em 1988 – o primeiro de quatro títulos da parceria McLaren-Honda.
O brasileiro iniciou o apogeu da Honda na F1 pela Mclaren em 1988 – o primeiro de quatro títulos da parceria McLaren-Honda.
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Foto de: LAT Images

Alain Prost foi o campeão no polêmico campeonato de 1989, mas em 1990 Ayrton Senna conquistou seu bicampeonato.
Alain Prost foi o campeão no polêmico campeonato de 1989, mas em 1990 Ayrton Senna conquistou seu bicampeonato.
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Foto de: LAT Images

Após o tri de Senna em 1991, a montadora se viu em desvantagem contra o conjunto Williams-Renault em 1992. Com isso, os japoneses saíram da Fórmula 1 no fim da temporada.
Após o tri de Senna em 1991, a montadora se viu em desvantagem contra o conjunto Williams-Renault em 1992. Com isso, os japoneses saíram da Fórmula 1 no fim da temporada.
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Foto de: LAT Images

Nos anos seguintes, a Mugen passou a desenvolver os motores Honda. Em 1996, o propulsor deu à Ligier sua última vitória na Fórmula 1, com Olivier Panis em Mônaco.
Nos anos seguintes, a Mugen passou a desenvolver os motores Honda. Em 1996, o propulsor deu à Ligier sua última vitória na Fórmula 1, com Olivier Panis em Mônaco.
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Foto de: Sutton Motorsport Images

Em 1997, a Prost (ex-Ligier) foi a sensação do primeiro semestre do ano. Com pneus Bridgestone e Panis, o time conquistou dois pódios e chegou a incomodar os grandes. A contusão de Panis no Canadá acabou com ascensão.
Em 1997, a Prost (ex-Ligier) foi a sensação do primeiro semestre do ano. Com pneus Bridgestone e Panis, o time conquistou dois pódios e chegou a incomodar os grandes. A contusão de Panis no Canadá acabou com ascensão.
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Foto de: LAT Images

Nos anos seguintes, o propulsor esteve na Jordan e deu os melhores resultados da história ao time. Em 1999, Heinz-Harald Frentzen chegou a até mesmo ser considerado azarão pelo título, mas no fim o time foi o terceiro nos dois mundiais.
Nos anos seguintes, o propulsor esteve na Jordan e deu os melhores resultados da história ao time. Em 1999, Heinz-Harald Frentzen chegou a até mesmo ser considerado azarão pelo título, mas no fim o time foi o terceiro nos dois mundiais.
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Foto de: LAT Images

Em 2000, a Honda retornou oficialmente à F1 pela B.A.R. Em 2001, os japoneses deram os primeiros pódios ao time.
Em 2000, a Honda retornou oficialmente à F1 pela B.A.R. Em 2001, os japoneses deram os primeiros pódios ao time.
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Foto de: BMW AG

A competição entre Jordan e B.A.R. pela Honda teve o time dos cigarros como vencedor. O melhor ano da parceria foi 2004, com Jenson Button fazendo pole em San Marino e o time sendo vice-campeão.
A competição entre Jordan e B.A.R. pela Honda teve o time dos cigarros como vencedor. O melhor ano da parceria foi 2004, com Jenson Button fazendo pole em San Marino e o time sendo vice-campeão.
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Foto de: Honda GP

A Honda retornou como time à F1 em 2006 e teve uma primeira temporada encorajadora, com uma vitória de Button na Hungria e uma pole do inglês na Austrália.
A Honda retornou como time à F1 em 2006 e teve uma primeira temporada encorajadora, com uma vitória de Button na Hungria e uma pole do inglês na Austrália.
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Foto de: XPB Images

Porém, em 2007 o time enfrentou sérios problemas. Button fez apenas seis pontos e Barrichello passou o ano zerado.
Porém, em 2007 o time enfrentou sérios problemas. Button fez apenas seis pontos e Barrichello passou o ano zerado.
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Foto de: XPB Images

Mesmo com um ano melhor em 2008 (contando com pódio de Barrichello em Silverstone) e a chegada de Ross Brawn, a montadora deixou a F1 no fim do ano após a crise mundial.
Mesmo com um ano melhor em 2008 (contando com pódio de Barrichello em Silverstone) e a chegada de Ross Brawn, a montadora deixou a F1 no fim do ano após a crise mundial.
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Foto de: XPB Images

Azar dos japoneses: o carro que usariam em 2009 foi campeão de pilotos e construtores. A equipe Brawn foi vendida para a Mercedes no fim o ano.
Azar dos japoneses: o carro que usariam em 2009 foi campeão de pilotos e construtores. A equipe Brawn foi vendida para a Mercedes no fim o ano.
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Foto de: XPB Images

A Honda retornou como fornecedora de motores à F1 em 2015 reeditando a parceria com a McLaren, mas o projeto até o momento não prosperou devido ao mau rendimento da unidade de potência.
A Honda retornou como fornecedora de motores à F1 em 2015 reeditando a parceria com a McLaren, mas o projeto até o momento não prosperou devido ao mau rendimento da unidade de potência.
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Foto de: McLaren

Em 2017, a McLaren mudou de direção e esperava-se uma melhora da Honda, no entanto o time não pontuou em nenhuma das provas até o momento e continua sofrendo com falta de potência e confiabilidade.
Em 2017, a McLaren mudou de direção e esperava-se uma melhora da Honda, no entanto o time não pontuou em nenhuma das provas até o momento e continua sofrendo com falta de potência e confiabilidade.
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Foto de: LAT Images

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