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Associação de Pilotos aprova uso do Halo na F1 em 2018

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Associação de Pilotos aprova uso do Halo na F1 em 2018
Por:
20 de jul de 2017 10:22

Presidente da GPDA, Alexander Wurz reconhece que peça não é a mais adequada esteticamente, mas garante que seu uso não afetará o espetáculo

Max Verstappen, Red Bull Racing RB12 with the Halo cockpit cover
Max Verstappen, Red Bull Racing RB12 with the Halo cockpit cover
Sergio Perez, Sahara Force India F1 VJM09 with the Halo cockpit cover
Ferrari SF16-H, Halo customisé
Sergio Perez, Sahara Force India F1 VJM09 with the Halo cockpit cover
Kevin Magnussen, Renault Sport F1 Team RS16 with the Halo cockpit cover
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H with the Halo cockpit cover
Alex Wurz, Williams driver coach

A Associação de Pilotos da F1 insiste que a mobilização por parte da FIA em aumentar a segurança, o que resultou na controversa decisão de implementar o Halo para 2018, não resultará em prejuízos para o espetáculo competitivo. 

A decisão da FIA de forçar o uso do Halo, o que acredita-se que teve apenas uma equipe de acordo na recente reunião do Grupo Estratégico, provocou diversas críticas nas redes sociais.

 

Muitos fãs e comentaristas se mostraram infelizes com a aparência dos carros da F1 no ano que vem, sendo que já se sabe que equipes e alguns pilotos são contrários ao uso da peça devido ao aspecto visual.

Mas, apesar de haver clara resistência ao uso do Halo, a FIA sentiu que não poderia adiar a introdução da proteção por mais tempo – especialmente pelo fato de que o primeiro uso do Escudo, no GP da Inglaterra da semana passada, tenha sido decepcionante.

Veto de segurança

Um dos problemas para a FIA foi que poderia haver implicações legais no futuro se houvesse algum piloto lesionado ou morto em um acidente que seria evitado pelo uso do Halo.

É por isso que a FIA decidiu por usar seu veto em questão à segurança e decidir pelo uso do Halo, que será modificado em relação à versão que vem sendo utilizada até agora.

A GPDA, Associação de Pilotos de GP, admite que o Halo não é a solução perfeita em termos estéticos, mas garante que o aumento de segurança não significa que o espetáculo está sendo retirado da F1.

Na verdade, ela indica que os carros mais seguros abrem espaço para o aumento de velocidades e pilotos mais abertos a forçarem o limite.

O presidente da GPDA, Alexander Wurz, afirmou que os pilotos sempre irão apoiar as intenções da FIA de aumentar a segurança, mesmo que se saiba que o Halo é controverso por sua aparência.

“Com relação à introdução da proteção adicional para cabeça, como já foi dito por várias vezes, nós pilotos respeitamos a posição da FIA e apoiamos a tentativa em deixar as corridas mais seguras”, disse Wurz ao Motorsport.com.

“Nas últimas décadas, temos visto velocidades aumentando, com voltas cada vez mais rápidas, e essa busca só foi possível graças ao aumento de segurança. No mesmo período, também vimos um aumento de popularidade em nosso esporte.”

“A F1 é modelo em aumento de segurança sem prejudicar a performance. Enquanto que o Halo possa não ser a melhor decisão estética para todos, nós, pilotos, vamos correr e forçar o máximo possível na pista, o que é fundamental para que a F1 continue crescendo e se tornando mais popular.”

O Halo foi originalmente concebido pela Mercedes, passando por melhorias adicionais pela FIA – que conduziu testes extensos por vários anos.

Uma das consequências da introdução do Halo para 2018 é que o limite de peso da F1 será ainda maior, mas sabe-se que a GPDA pediu para que os pilotos mais pesados não sejam prejudicados com isso.

Recentemente, a GPDA recuou nas conversas sobre o Halo, deixando a FIA sozinha para decidir o que fazer a respeito desde o fim do ano passado.

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Categoria Fórmula 1
Pilotos Alexander Wurz
Autor Jonathan Noble