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Chefe da Red Bull afirma: grid de 2026 é o mais forte da história da F1

Para Mekies, isso é resultado de um processo de desenvolvimento de vários anos, no qual tanto os pilotos quanto as equipes melhoram cada vez mais

Max Verstappen, Red Bull Racing, Esteban Ocon, Haas F1 Team

Foto de: Peter Fox

Laurent Mekies, chefe de equipe da Red Bull, analisou a qualidade do atual grid da Fórmula 1 e chegou a uma conclusão forte: o nível da categoria está mais alto do que nunca. O francês, que atua há muito tempo no esporte, vê um crescimento estrutural que vai além da temporada atual.

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“Acho que este é o melhor grid que já tivemos, se considerarmos a qualidade geral dos pilotos", afirmou Mekies. "Não é algo exclusivo deste ano, mas o nível vem subindo ano após ano".

Segundo o chefe da Red Bull, essa evolução não se aplica apenas aos pilotos, mas também às equipes. Enquanto antes havia diferenças claras entre as equipes de ponta e as equipes menores, ele vê agora um grid em que todos operam em alto nível.

“As equipes têm se tornado maiores e mais fortes ano após ano. Não há mais equipes fracas. Temos 11 gigantes”, explica ele. “Isso não se vê apenas no tamanho das equipes, mas também nos nomes e marcas que elas representam".

Segundo Mekies, esse crescimento também se reflete na popularidade do esporte. A base de fãs mundial aumentou consideravelmente, enquanto, ao mesmo tempo, o nível da competição se tornou ainda mais acirrado. “Provavelmente temos os 22 melhores pilotos do mundo”, acrescentou.

Com a chegada dos novos regulamentos em 2026, no entanto, permanece um ponto importante a ser observado: garantir que o puro talento ao volante continue sendo decisivo. Mekies enfatiza que é essencial que os melhores pilotos possam continuar se destacando.

“É isso que precisamos proteger. Sempre haverá opiniões divergentes sobre o novo formato, mas o mais importante é que os melhores pilotos estejam no topo".

Mekies:

Mekies: “Como esporte, precisamos garantir novamente que, dentro desse enorme desafio que gera corridas incríveis, os pilotos mais rápidos acabem ficando no topo.”

Foto: Mark Thompson / Getty Images

Ele aponta especificamente para a classificação, onde, segundo ele, pilotar no limite ainda deve ser recompensado. “Fazer as curvas o mais rápido possível, frear o mais tarde possível – isso deve continuar a contar. Estamos trabalhando nisso agora com todas as partes envolvidas".

Ao mesmo tempo, Mekies reconhece que a nova geração de carros ainda gera muitas dúvidas. Cada circuito representa um desafio único e as diferenças podem ser grandes, especialmente em condições variadas, como circuitos de rua ou corridas na chuva.

“Ainda estamos aprendendo como ser rápidos com esses carros”, disse Mekies. “Você verá grandes diferenças entre equipes e pilotos que entendem imediatamente e aqueles que não entendem".

Essa incerteza é, segundo ele, o que torna tudo interessante, desde que a essência do esporte seja preservada. “No momento, cada vez que o carro entra na pista é um enorme desafio. Isso traz um elemento maravilhoso, mas também muita incerteza".

“Como esporte, precisamos garantir, no panorama geral, que, dentro desse enorme desafio que gera corridas incríveis, os pilotos mais rápidos acabem ficando na frente", concluiu

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