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Cotado na Aston Martin, Alonso compara Vettel a Hamilton e Schumacher e reflete sobre aposentadoria da F1

O bicampeão mundial também ressaltou o aspecto familiar por trás da decisão do piloto da Alemanha; confira

Sebastian Vettel, Aston Martin and Fernando Alonso, Alpine F1 Team

Nesta quinta-feira, após anúncio de que o alemão Sebastian Vettel, da Aston Martin, se aposentará da Fórmula 1, o espanhol Fernando Alonso, da Alpine, falou sobre o rival e o comparou a Lewis Hamilton, britânico da Mercedes, e Michael Schumacher, germânico heptacampeão mundial da F1.

"Lewis e Sebastian, compartilho a maior parte do meu tempo aqui [na F1 com eles. Obviamente, Michael será sempre talvez minha primeira escolha [como maior rival], porque, você sabe, eu estava lutando pelo campeonato com ele e cresci assistindo ele na F1, dominando o esporte. Então, aprendi muitas coisas com Michael. E depois com Lewis e Seb, então sim, nós três compartilhamos muito", afirmou Alonso na coletiva de imprensa antes do GP da Hungria, disputado neste domingo.

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Questionado sobre se o fato de Vettel não ter um carro vencedor impactou na aposentadoria, o espanhol respondeu: "Claro, é importante, mas não existe uma bola de cristal. Quero dizer, acho que agora, com esse conjunto de regulamentos, parece que Ferrari, Red Bull e Mercedes são as únicas equipes capazes de vencer corridas. No momento, como eu disse, o desafio é grande aqui. Tentar vencer não é fácil."

O bicampeão mundial também ressaltou o aspecto familiar por trás da decisão de Vettel. "Vamos sentir falta dele após tantos anos dividindo a pista com algumas batalhas. Em seus campeonatos, eu estava de alguma forma lá também (Alonso foi batido por 'Seb' pelos títulos de 2010 e 2012). Então sim, é um grande campeão. Também grande homem, com valores fortes e família adorável. Desejo-lhe o melhor e espero que ele apareça no paddock."

"Eu entendo [a aposentadoria]. Sim, eu os vi na Áustria, eles (família Vettel) estavam no mesmo hotel. Eles pareciam muito felizes, uma família muito fofa. Então eu acho que vai ser uma boa diversão para ele", seguiu Alonso, que também refletiu sobre sua a situação -- o espanhol faz 41 anos amanhã.

"Não estou em nenhuma dessas três equipes (Red Bull, Ferrari e Mercedes), mas não tenho outros desafios [fora a F1] na cabeça. Eu não tenho família e todas as outras categorias não estão me dando nenhum atrativo no momento. Então estou feliz onde estou", explicou, comparando-se a Vettel.

O adeus de Vettel à F1 também foi comparado à aposentadoria de Alonso da categoria no fim de 2018, o que acabou se tornando um hiato de duas temporadas para o espanhol, que retornou ao grid com a Alpine em 2021. 

"Parei em 2018 porque tinha desafios maiores na cabeça. Eu tinha Le Mans, a Indy... E em 2018/19, digamos que as possibilidades que eu tinha de correr aqui no paddock [da F1] não eram atraentes. Havia apenas uma equipe vencedora. Então, apenas [Valtteri] Bottas e Hamilton estavam lutando por cada corrida e cada pole position. Então, para mim, não era o lugar para estar, aí decidi parar", refletiu o espanhol, que inclusive é especulado como possível substituto de Vettel na Aston Martin.

"Não sei se isso também influenciou na decisão de Sebastian: ter um carro competitivo ou não. Mas, no meu tempo longe da F1, tivemos a pandemia também. E todas as outras categorias, para ser honesto, foram muito atingidas em termos de patrocinadores/fabricantes e coisas assim, enquanto a F1 estava saudável naquele momento. Então, pensei, o maior desafio era voltar à F1 e tentar ir bem. Eu me movo sempre por desafios próprios mais", completou Alonso.

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