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Entenda como funciona novo software de segurança da F1

Sistema operacional desenvolvido pela FIA prevê velocidade e trajetória em caso de perda do controle do carro em quase todo ponto da pista

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Entenda como funciona novo software de segurança da F1

Após os vários acidentes graves que aconteceram na temporada 2020 de Fórmula 1, o programa de segurança da FIA publicou resultados de algumas análises desenvolvidas nas quais explicam como pretendem melhorar a segurança nos circuitos.

Além do desempenho dos carros, é necessário que os critérios de segurança continuem a evoluir, um trabalho paralelo não menos exigente do que o dos engenheiros das equipes da categoria.

Software determina proteções dos circuitos 

O tipo de barreira (por agora existem pneus, TechPro e Safer Barriers ) e a sua posição é definida por um programa de simulação expressamente desenvolvido por técnicos da FIA, que calcula o ângulo de impacto em caso de saída da pista, simulando também a força G gerada no carro, conforme revelado na última edição da revista Auto, publicada pela federação.

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O software utiliza um modelo virtual para prever a velocidade e trajetória em caso de perda de controle em quase todo ponto da pista, determinando a escolha do tipo de barreira e a amplitude das lacunas.

Entre os cálculos está também o dos vários ângulos de impacto que podem variar de acordo com a dinâmica de saída da pista.

Uma caixa preta da qual nada escapa

As análises da FIA também deram um exemplo da saída violenta de Lance Stroll da pista no GP da Toscana. O piloto canadense teve um furo de pneu em seu carro que o fez perder o controle do carro na curva 9, batendo nas barreiras de proteção. Os sensores do carro permitiram recriar o incidente, com um procedimento do tipo aeronáutico como se fosse uma caixa preta. 

Stroll perdeu o controle a uma velocidade de 270 km/h e bateu nas barreiras lateralmente a 97 km/h, gerando uma desaceleração de 19G, com ângulo de impacto de 48º.

Entre os instrumentos utilizados pela FIA, estão também o sensor intramural (dentro da orelha) dos fones de ouvido do piloto, que mede o movimento da cabeça, e as luvas biomédicas. Para completar o trabalho, a FIA conta ainda com uma câmera dentro da cabine que grava 400 quadros por segundo.

Como funciona o banco de dados de acidentes da FIA?

Todos os dados que compõem a análise são inseridos no banco de dados Mundial de Acidentes (BOAD), que recolhe informações sobre os acidentes em todas as categorias. Isso permite que os pesquisadores estudem cada caso, mas que também tenham uma visão mais ampla.

O WADB é usado por 139 federações em todo o mundo para enviar dados relativos a acidentes graves ou fatais que podem ser verificados.

Esses dados incluem aceleração e velocidade, mas também descrições detalhadas de incidentes e as consequências dos envolvidos. Posteriormente, o Grupo de Estudos de Acidentes Graves (SASG) da FIA estuda acidentes com vítimas ou lesões físicas graves dos envolvidos.

Também são examinados acidentes particularmente graves sem consequências físicas, como o de Fernando Alonso e Charles Leclerc no GP da Bélgica em 2018.  

A FIA realiza reuniões periódicas que envolvem todo o pessoal do setor, liderados por Tim Malyon, engenheiro que trabalha ao lado do Diretor de Segurança da federação, Adam Baker.

Quando é definida uma intervenção a ser realizada, o projeto passa para uma provação na Comissão de Segurança da FIA, presidida por Patrick Head, antes de ir, para votação formal ao World Motor Council.

 

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Categoria Fórmula 1
Autor Roberto Chinchero