Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

MotoGP: Espargaró atualiza estado de saúde após cirurgia nas vértebras

MotoGP
MotoGP: Espargaró atualiza estado de saúde após cirurgia nas vértebras

F1: Prequel de 'Onze Homens e Um Segredo' será ambientada no GP de Mônaco de 1962

Fórmula 1
GP da Arábia Saudita
F1: Prequel de 'Onze Homens e Um Segredo' será ambientada no GP de Mônaco de 1962

Russell dispara sobre rumores de saída de Verstappen: "Ninguém é maior que a F1"

Fórmula 1
Russell dispara sobre rumores de saída de Verstappen: "Ninguém é maior que a F1"

F1: Bearman quebra silêncio sobre estado de saúde após batida no Japão

Fórmula 1
F1: Bearman quebra silêncio sobre estado de saúde após batida no Japão

O'Ward: F1 se tornou um espetáculo "artificial", enquanto na Indy se corre de verdade

Indy
Long Beach
O'Ward: F1 se tornou um espetáculo "artificial", enquanto na Indy se corre de verdade

F1: 'Mercedes não manterá dominância até o fim do ano', avalia Russell

Fórmula 1
F1: 'Mercedes não manterá dominância até o fim do ano', avalia Russell

F1: Cadillac confirma presença de Herta em treinos livres de 2026

Fórmula 1
F1: Cadillac confirma presença de Herta em treinos livres de 2026

Presidente da Ferrari é um dos interessados na compra do Botafogo, diz site

Fórmula 1
Presidente da Ferrari é um dos interessados na compra do Botafogo, diz site
Últimas notícias

"Eu fui meio idiota", diz Ecclestone após comprar fim de julgamento

Britânico, que desembolsou mais de R$ 220 milhões para se livrar de caso de suborno, crê que seria absolvido

Um dia após a confirmação do acordo que livra Bernie Ecclestone das acusações de suborno de um banqueiro alemão visando ter vantagens na avaliação financeira da empresa que controla a Fórmula 1, o promotor da categoria afirmou que foi “um pouco idiota” por ter pago mais de 220 milhões de reais para encerrar o caso.

[publicidade] O empresário de 83 anos era acusado de pagar cerca de 100 milhões de reais ao funcionário do banco alemão BayernLB, Gerhard Gribkowsky, que está preso por ter recebido a quantia. O pagamento, feito em 2006, visava assegurar que as ações da Fórmula 1 fossem pagar pela companhia que Ecclestone desejava. Assim, o britânico se manteria no poder.

O dirigente nunca negou ter efeituado o pagamento, mas alegava ter sido ameaçado por Gribkowsky. “Eles não tinham um caso”, lamentou Ecclestone. “O juiz disse mais ou menos que eu estava absolvido... então fui meio idiota ao fazer o que eu fiz porque a questão não era o juiz, mas sim os promotores. De qualquer maneira, está acabado, então está tudo bem. Isso permite que eu faça o que faço menor, que é controlar a Fórmula 1.”

Ecclestone foi oficialmente afastado pela CVC, empresa que comanda os direitos comerciais da categoria, para cuidar do julgamento, e deve retornar a suas atividades normais a partir de agora. “Eu me afastei por motivos óbvios, mas acredito que tudo está de volta ao normal agora”, completou Ecclestone.
A lei alemã permite que o acusado faça um pagamento, sem presunção de culpa, para uma obra assistencial. No caso de Ecclestone, o dinheiro vai para o governo, que deve aplicar a quantia em uma instituição que cuida de crianças com doenças terminais.
Artigo anterior “Não tinha muito em comum com Kimi”, fala Grosjean sobre relação
Próximo artigo "A Williams está pronta para lutar por títulos", crava Massa

Principais comentários