F1: Alpine entra com recurso e tenta recolocar Gasly no pódio de Mônaco
Francês chegou em terceiro em Monte Carlo, mas foi um dos vários punidos por exceder limite de velocidade do pitlane no Principado
Pierre Gasly cruzou a linha de chegada do GP de Mônaco de 2026 em terceiro lugar, mas teve segundos acrescidos ao seu tempo de prova por ter sido punido após exceder o limite de velocidade do pitlane, mas a equipe Alpine de Fórmula 1 entrou com um pedido de revisão do resultado inicial da prova de Monte Carlo e tenta recuperar o top 3 conquistado pelo francês no Principado.
Em caso de sucesso, o recurso também pode beneficiar o outro piloto da escuderia francesa, o argentino Franco Colapinto, também punido pelo mesmo motivo em Monte Carlo.
Além dos dois pilotos da Alpine, também foram penalizados por infração do limite de velocidade no pitlane os seguintes competidores: Lewis Hamilton (Ferrari), George Russell (Mercedes) e Oscar Piastri (Mercedes).
"Após os resultados do GP de Mônaco de hoje, a equipe Alpine de Fórmula 1 confirma que solicitou à FIA (Federação Internacional de Automobilismo) uma revisão das penalidades aplicadas por excesso de velocidade no pit lane", informou o time francês.
Gasly foi penalizado com duas punições de cinco segundos, o que o fez cair da terceira para a sétima posição na classificação geral. A controvérsia reside nas margens registradas pelos sensores, já que o piloto foi acusado de exceder o limite de 60 km/h por apenas 0,1 km/h na primeira vez e por 0,4 km/h na segunda. O francês declarou após a corrida que foi injustamente privado de um lugar no pódio.
Após a corrida, Pierre insistiu que o limitador de velocidade foi ativado corretamente e bem antes de ele cruzar a linha de entrada do pit lane.
“Tenho certeza de que o carro estava abaixo de 60 km/h. E sei que, nas duas vezes, entrei nos boxes bem antes da linha de chegada”, argumentou Gasly com firmeza, criticando as diversas penalidades por excesso de velocidade nos boxes, algo que deveria ser revisto pelos comissários, pois não é normal para pilotos de F1, segundo ele.
“Quando você tem três ou quatro equipes flagradas por excesso de velocidade… espero que isso faça com que os responsáveis percebam que precisam revisar exatamente o que está acontecendo, porque simplesmente não está certo. Não acho que haja nada que possa me machucar mais agora. Foram dez anos trabalhando duro para momentos como este”, confessou.
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