F1: Aston Martin avalia trocar Honda por Red Bull ou Mercedes em 2028
Equipe de Silverstone estaria descontente com a entrega abaixo da média feita pela montadora japonesa
Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images
O início da temporada de 2026 da Fórmula 1 não foi nada promissor para a Aston Martin. Apesar dos altos investimentos de Lawrence Stroll e das grandes expectativas em torno do time, a nova unidade de potência da Honda se provou a mais fraca do grid, impedindo Fernando Alonso e Lance Stroll de pontuarem nas primeiras etapas do ano.
O ponto de virada só começou no GP da Holanda, quando a montadora japonesa atualizou o motor usando o ADUO (Oportunidades Adicionais de Desenvolvimento e Atualizações). A Aston Martin também introduziu um grande pacote de atualizações no carro antes das férias de verão, garantindo o primeiro resultado positivo de Alonso na temporada.
Apesar da evolução na pista, o cenário ainda não agrada ao alto escalão em Silverstone. Segundo informações da Autoracer, a equipe já estaria buscando alternativas para romper a parceria e deixar de usar os motores Honda a partir de 2028.
Para avaliar custos e viabilidade contratual, os dirigentes britânicos teriam entrado em contato com duas concorrentes: Mercedes e Red Bull Powertrains.
Max Verstappen, Red Bull Racing, George Russell, Mercedes
Foto de: Andy Hone/ LAT Images via Getty Images
O desafio de trocar de fornecedor
A mudança, no entanto, não é simples. No momento, a Mercedes já atingiu o limite de fornecimento do regulamento, atendendo a si mesma, McLaren, Williams e Alpine.
Para incluir a Aston Martin, os alemães precisariam abrir mão de um cliente atual. Além disso, Toto Wolff revelou recentemente que a fábrica de Brackley estuda reduzir o fornecimento para no máximo três equipes por motivos de estratégia e corte de custos.
Por outro lado, a Red Bull fornece unidades de potência apenas para a equipe principal e para a Racing Bulls.
Adicionar a Aston Martin à sua carteira de clientes seria um movimento financeiramente vantajoso e um enorme atestado de capacidade para a Ford-Red Bull Powertrains, que faz em 2026 a sua estreia como fabricante própria de motores na F1.
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