Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

NASCAR O'Reilly: Zilisch supera Larson e vence corrida em Bristol

NASCAR O'Reilly
Bristol
NASCAR O'Reilly: Zilisch supera Larson e vence corrida em Bristol

Representantes da Indy visitam Autódromo de Goiânia e analisam retorno ao Brasil

Indy
Representantes da Indy visitam Autódromo de Goiânia e analisam retorno ao Brasil

NASCAR Brasil: Genz vence sprint e garante pole em Santa Cruz do Sul

NASCAR Brasil
Santa Cruz do Sul
NASCAR Brasil: Genz vence sprint e garante pole em Santa Cruz do Sul

F1: Monza investirá R$ 235 milhões para garantir futuro na categoria

Fórmula 1
GP da Itália
F1: Monza investirá R$ 235 milhões para garantir futuro na categoria

F1: Coulthard critica falta de “raiva, fome e luta” da nova geração de pilotos

Fórmula 1
F1: Coulthard critica falta de “raiva, fome e luta” da nova geração de pilotos

NASCAR Brasil: Casagrande lidera treino antes de quali em Santa Cruz do Sul

NASCAR Brasil
Santa Cruz do Sul
NASCAR Brasil: Casagrande lidera treino antes de quali em Santa Cruz do Sul

ANÁLISE F1: Ritmo da Red Bull é o mais lento desde 2015; entenda

Fórmula 1
ANÁLISE F1: Ritmo da Red Bull é o mais lento desde 2015; entenda

Exclusivo MotoGP: Yamaha contrata Ai Ogura para ser dupla de Jorge Martín em 2027

MotoGP
Exclusivo MotoGP: Yamaha contrata Ai Ogura para ser dupla de Jorge Martín em 2027

F1: Carro de 2026 "não será tão natural" como o atual, prevê Albon

Categoria passa por mudança significativa na aerodinâmica e unidades de potência a partir deste ano

Alexander Albon, Williams

Alexander Albon, Williams

Foto de: James Sutton / LAT Images via Getty Images

A Fórmula 1 passa por uma das maiores mudanças de regulamento de sua história, com alterações significativas na aerodinâmica e nas unidades de potência. A partir de 2026, a geração de energia será dividida de forma equilibrada entre o motor a combustão e o sistema elétrico, com proporção de 50% para cada.

Leia também:

Essa mudança exigirá que os pilotos reavaliem algumas escolhas na pista, pois precisarão se concentrar ainda mais na gestão e uso de energia, especialmente em disputas individuais. Segundo Alex Albon, piloto da Williams presente no grid da F1 desde 2019, os carros do novo regulamento não serão "naturais" como os anteriores. 

"Eu diria que não será tão natural. Na minha cabeça, não é tão ruim assim", disse o  piloto à mídia. O britânico ainda elogiou o ciclo regulamentar de 2022-2025, que ficou conhecido como 'era do efeito solo' e chegou a ser criticada por outros pilotos, como Lewis Hamilton, Pierre Gasly e Oliver Bearman

"Sinto que o bom com esses carros é que podemos levá-los ao limite, a 100%. Sim, há alguns elementos em que é mais fácil exagerar do que com a geração anterior, mas, em geral, não é um conjunto de regras ruim. À medida que os carros foram ficando cada vez melhores, a capacidade de se aproximar e de ultrapassar foi piorando, e isso era o principal motivo da mudança de regulamento", explicou Albon. 

“Infelizmente, a F1, a tecnologia e a intuição acabaram superando algumas das ideias do regulamento. Para mim, isso nunca foi um problema. Talvez eu tenha tido uma abordagem diferente porque vi isso como uma oportunidade de voltar à F1 em 2022, então, naquele momento, pensei apenas: ‘Vou pilotar o que estiver disponível’", concluiu. 

F1 2026 chegou! O que esperar do NOVO CARRO? MERCEDES favorita? Hamilton pressionado? BORTOLETO, GLOBO e +

Ouça versão áudio do Podcast Motorsport.com:

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e se junte a nós no aplicativo!

 

Artigo anterior Qual marca de motor cada equipe de F1 usará em 2026?
Próximo artigo Hamilton “quase assinou com a Sauber” antes de estrear na F1, revela ex-proprietário da equipe

Principais comentários

Últimas notícias