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F1: Fabricantes pressionam FIA e Mercedes por mudanças na medição de taxa de compressão em nova reunião

Montadoras rivais da Mercedes estão trabalhando em planos para ajustar as verificações da taxa de compressão antes do início da temporada

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes W17

Foto de: Mercedes AMG

A 'novela' da taxa de compressão das unidades de potência da Fórmula 1 pode estar encaminhada para uma reviravolta que pode mudar a forma com que a medição é feita pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e impedir que o mecanismo polêmico que permitiria vantagem no tempo de volta continue na temporada 2026.

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Segundo informações obtidas pelo Motorsport.com, a taxa de compressão voltou a ser um dos principais temas da pauta e foi discutida com todas as partes interessadas, embora nenhuma decisão final tenha sido tomada na nova reunião do Comitê Consultivo da Unidade de Potência (PUAC) na quinta-feira (05).

Fabricantes rivais da Mercedes ainda estão explorando maneiras de provocar uma intervenção regulatória antes da nova temporada. O foco principal está em métodos ajustados de medição da taxa de compressão.

Já segundo o portal autoracer.it, a conferência estabeleceu como favorável a mudança no regulamento para que a medição seja feita com a máquina quente, não na temperatura ambiente, como é definida a regra atualmente. Com isso, a Mercedes, que, supostamente, teria dominado tal 'truque', poderia perder um dos trunfos para 2026.

Uma maioria é necessária para qualquer mudança no procedimento. Isso significa que quatro dos cinco fabricantes, a FIA e a F1 devem concordar.

Nesse sentido, a Red Bull Ford Powertrains ocupa uma posição importante. Com a reclamação inicial da Audi, Ferrari e Honda, ficou claro imediatamente que três dos cinco fornecedores de unidades de potência estavam pressionando por uma mudança.
A Red Bull, por outro lado, também foi associada à brecha do motor, mas essa imagem foi suavizada nas últimas semanas. Houve sugestões de que a Red Bull pode ter conhecimento da solução da Mercedes, mas que não necessariamente se oporia a uma intervenção. Isso poderia ser o caso se seus próprios ganhos forem considerados menores do que os de um grande concorrente — neste caso, a Mercedes e suas equipes clientes.
A imprensa italiana também afirmou que a assembléia de quinta teria tido a mudança de lados da mesa de reuniões, com a Red Bull apoiando a causa da Audi, Honda e Ferrari em modificar o regulamento e barrar o suposto mecanismo.
Além da posição da Red Bull, as posições da FIA e da F1 são cruciais. Ambas as organizações geralmente votam em bloco quando se trata de questões técnicas.
Como mencionado, a FIA inicialmente não viu razão para intervir, mas após a reunião de ontem, resta aguardar a visão atualizada da federação. Quando questionado, um porta-voz da FIA disse que o assunto ainda está em discussão interna e que uma atualização pode ser compartilhada apenas em uma fase posterior.
Se o procedimento de medição for revisado, isso pode ter consequências de grande alcance. Não afetaria apenas o cenário esportivo, mas também está intimamente ligado à data de homologação. Os motores de 2026 serão homologados em 1º de março, deixando pouco ou nenhum tempo para ajustes, se necessários — especialmente considerando que mudanças relacionadas ao motor normalmente exigem um longo prazo de preparação.

MAX WILSON DETONA REGRAS de '26, fala a REAL sobre HAMILTON, BORTOLETO e VERSTAPPEN e avalia equipes

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