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GP de Miami não será considerado mais a sexta corrida do calendário

Lewis Hamilton, Ferrari

Foto de: Sam Bagnall / Sutton Images via Getty Images

A Fórmula 1 passou por uma das maiores mudanças de regulamento dos últimos anos em 2026. As montadoras precisaram quebrar a cabeça para pensarem em um novo motor que se divide entre combustão e elétrico, mas que permitisse aos carros serem competitivos e rápidos.

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Sabendo que o desafio não seria nada fácil, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) optou por criar o ADUO (Additional Development and Upgrade Opportunities) - uma oportunidade das montadoras que tiverem motores de 2 a 4% abaixo da unidade de potência referência fazerem mudanças, mesmo depois da homologação.

A regra ficou bastante clara: as análises seriam feitas a cada seis corridas e as montadoras entre as mais 'fracas' seriam escolhidas para poder mexerem em partes de seu projeto (não podendo refazer o desenho completo da peça). O foco principal é no motor a combustão (ICE) e a equipe receberia o aval para tentar diminuir a diferença no grid.

O ADUO ficou dividido em três blocos ao longo da temporada - de seis em seis corridas até o fim do ano. Após o cancelamento das etapas no Bahrein e Arábia Saudita, a FIA definiu que Miami não será mais considerada a sexta etapa do calendário.

Vale lembrar que o motor da Ferrari está sendo colocado como o segundo melhor no grid, ficando atrás apenas da Mercedes. Até o momento, a equipe de Maranello conquistou três pódios, além de ter cravado uma dobradinha na sprint da China.

No entanto, o Motorsport.com Itália apurou que a unidade de potência da Ferrari estaria de 20 a 25 cavalos atrás do motor produzido pela Mercedes. Esse número justificaria um pedido para a FIA avaliar a possibilidade do time de Maranello se beneficiar do ADUO.

Caso a modificação extra seja aprovada, a atualização poderá ser vista em Barcelona, em meados de junho.

Atualizações na parte de gestão de energia são esperadas para Miami, visando alcançar o desempenho da Mercedes.

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