Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

Indy: Foster conquista a pole em Markham; Palou bate e Collet é 23º

Indy
Markham
Indy: Foster conquista a pole em Markham; Palou bate e Collet é 23º

Indy: Caio Collet parte para corrida de recuperação nas ruas de Markham

Indy
Markham
Indy: Caio Collet parte para corrida de recuperação nas ruas de Markham

F1: Bortoleto, Drugovich e Hulkenberg curtem férias paradisíacas juntos

Fórmula 1
F1: Bortoleto, Drugovich e Hulkenberg curtem férias paradisíacas juntos

F1: Mercedes ativa 'plano B' e corre atrás do prejuízo com atualizações

Fórmula 1
GP da Holanda
F1: Mercedes ativa 'plano B' e corre atrás do prejuízo com atualizações

F1: McLaren tem problema fundamental que só resolverá em 2027

Fórmula 1
F1: McLaren tem problema fundamental que só resolverá em 2027

F-E: Wehrlein brilha e vence corrida 1 em Londres; Di Grassi bate e Drugovich é 16º

Fórmula E
F-E: Wehrlein brilha e vence corrida 1 em Londres; Di Grassi bate e Drugovich é 16º

Pilotos da F1 ficaram "babando" na nova geração de carros da F-E

Fórmula E
Pilotos da F1 ficaram "babando" na nova geração de carros da F-E

F1: Sainz 'abre mão' de vaga na Audi e foca na Williams, diz jornal espanhol

Fórmula 1
F1: Sainz 'abre mão' de vaga na Audi e foca na Williams, diz jornal espanhol

F1: Leclerc fica 'boquiaberto' com performance de Russell: "Achei que os dados estavam com problema"

Piloto da Ferrari estimava diferença para Mercedes de meio segundo, mas foi surpreendido ao ver que o gap foi de oito décimos ao fim da classificação

Um quarto lugar que deixou um gosto amargo na boca da Ferrari, não tanto pela posição, mas porque a diferença para o pole do GP da Austrália de Fórmula 1, George Russell, foi bem maior do que o esperado. Charles Leclerc não escondeu a decepção, ressaltando que ficou impressionado com a vantagem da Mercedes, a ponto de ter que verificar novamente os dados porque achava que havia um erro.

Leia também:

Após os treinos livres, o monegasco não escondeu o receio de que o fim de semana pudesse se transformar em domínio das 'Flechas de Prata'. As Mercedes, especialmente no ritmo de corrida, mostraram um potencial impressionante. Ainda havia algumas dúvidas sobre a vantagem real na simulação de classificação, área em que é mais fácil mascarar o próprio potencial. Neste sábado, porém, veio a resposta mais clara.

Embora a Scuderia tenha realmente enfrentado alguns pequenos problemas no motor durante o Q2 e o Q3, o piloto monegasco não quis dar tanta importância aos contratempos pois, na visão dele, a distância para a rival de Braclkey era grande demais para ser explicada por essa adversidade.

“Não gostaria de colocar a culpa nisso. É o que acontece com esses carros, não é um problema só nosso, mas em geral. Quando fazemos uma curva de forma um pouco diferente, o sistema em segundo plano adapta-se e depois cria alguns problemas”, disse o monegasco à Sky Sports. 

“Acho que quando falamos sobre isso, eu disse [que a diferença era de] meio segundo. Agora é oito décimos, então é maior do que eu esperava, com certeza. Durante os treinos a diferença já era muito significativa e durante o TL3 fiquei realmente muito impressionado com a potência que eles [Mercedes] mostraram."

"Foi incrível, especialmente a última volta do George. Olhei para os dados pela primeira vez e tive que recarregá-los porque pensei que havia um problema no que estava vendo, mas aparentemente não, então é realmente muito impressionante”.

Artigo anterior F1- Norris detona novas regras após P6 no quali australiano: "Passamos dos melhores carros para provavelmente os piores"
Próximo artigo F1: Ferrari se vê distante do próprio potencial, mas põe Mercedes "em outro planeta"

Principais comentários

Últimas notícias