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F1: Mercedes encontra respostas para vitória de Russell em Singapura; entenda

A equipe de Brackley não esperava que o carro iria ter um bom comportamento no calor extremo

George Russell, Mercedes

Foto de: Zak Mauger / LAT Images via Getty Images

Nas últimas corridas, ficava claro que em traçados muito quentes, o carro da Mercedes não seria um verdadeiro competidor contra o pelotão da frente. No entanto, a vitória de George Russell em Singapura 'quebrou' esse padrão e Andrew Shovlin, diretor de engenharia da equipe de Fórmula 1, explicou o que foi mudado.

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Russell bateu no TL2 em Marina Bay, mas a classificação trouxe uma pole inesperada para a equipe de Brackley, que foi facilmente convertida em vitória no domingo.

Andrea Kimi Antonelli tinha ritmo para estar no pelotão da frente, mas teve que se contentar em largar em quarto lugar, terminando apenas em quinto. No entanto, esse foi o melhor resultado geral da Mercedes em Marina Bay desde a vitória de Lewis Hamilton e o quarto lugar de Valterri Bottas em 2018.

Shovlin explicou que o resultado só foi possível por conta do "trabalho árduo da equipe para cuidar dos pneus traseiros, principalmente nas pistas onde eles passam por momentos muito difíceis".

"O ar estava muito quente em Singapura. Também há muita tração. Olhando para o ano passado, tivemos dificuldades na corrida [Hamilton e Russell terminando em quarto e sexto, respectivamente em 2024]".

"É bom ver os benefícios de parte do trabalho que vem sendo feito na fábrica ao longo do desenvolvimento deste carro".

"E espero que estejamos vendo uma tendência progressiva em que, quando o sol estiver brilhando e estiver muito quente, ou quando tivermos esses circuitos com muita tração, começaremos a ser competitivos".

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