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F1: Mercedes teria precipitado sucesso e ativa modo 'emergência'; entenda

Equipe de Brackley não planejava mais grandes atualizações após o GP da Bélgica, mas com a reviravolta da McLaren e Ferrari, teve que repensar os planos

Lando Norris, McLaren, Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Foto de: Andy Hone/ LAT Images via Getty Images

No início da temporada da Fórmula 1, parecia difícil imaginar que a Mercedes enfrentaria grandes desafios das rivais; isso porque a equipe de Brackley começou o ano de maneira muito positiva. No entanto, o time não está em um momento fácil com as atualizações.

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Com as muitas atualizações da Ferrari e da McLaren, a equipe de Brackley se viu colocada contra a parede - enfrentando questões de confiabilidade e falta de ritmo nas pistas. Desde o início da temporada, pensando no teto de gastos, a Mercedes havia tomado uma direção diferente das rivais.

Inicialmente, a equipe de engenheiros de Toto Wolff investiu pesado para ter um carro extremamente competitivo desde o GP da Austrália. Sendo assim, a equipe não esperava ter que lidar com as exigências de aplicar o ADUO em seu motor.

Apesar do orçamento do ADUO ter um valor separado, as fábricas precisam pensar em atualizações e modificações para seus carros, uma vez que qualquer mudança no motor pode afetar o desenho do monoposto e suas peças mais sensíveis. É nesse ponto que, segundo o Autoracer.it, a Mercedes teria errado.

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Andrea Kimi Antonelli, Mercedes

Foto de: Alastair Staley / LAT Images via Getty Images

O planejamento inicial era focar totalmente no desenvolvimento do carro, não levando em consideração a oportunidade de atualização no motor. Enquanto isso, as rivais seguiram um caminho diferente.

A última grande atualização da Mercedes aconteceu no Canadá e, desde então, as modificações feitas no carro foram apenas pontuais para os circuitos seguintes. A próxima deve acontecer no GP do Bahrein na Malásia dentro de algumas semanas.

Atualizações não satisfizeram os engenheiros

O site italiano ainda dá conta de que as novas peças introduzidas no W17 não trouxeram os resultados que eram esperados pelos engenheiros. Os dados do simulador não foram levados para a pista e os ganhos foram ligeiramente menores do que o esperado.

O plano inicial da Mercedes era desacelerar as atualizações antes mesmo da corrida na Bélgica e seguir até o fim da temporada com o mesmo pacote, no entanto, o desenvolvimento dos rivais não permitirá que os britânicos seguiam essa ideia.

Sendo assim, agora o time de Brackley trabalha para reverter a situação, mas deve se atentar ao teto de gastos. Vale lembrar que recentemente Toto Wolff declarou que a equipe já não tem mais dinheiro e precisa ser extremamente estratégica até o fim do ano.

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