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F1 "monitora situação" do GP do Catar após ataque de Israel próximo ao circuito de Losail

Prova está marcada para 30 de novembro no Circuito de Losail, a menos de 20km do alvo do bombardeio israelense

Max Verstappen, Red Bull Racing leads at the start

O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, se pronunciou pela primeira vez sobre a realização do GP do Catar deste ano após a morte de cinco pessoas em um ataque aéreo realizado por Israel na última terça-feira no país do Oriente Médio, citando preocupações com a prova.

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No último dia 09, Israel anunciou ter bombardeado alvos do grupo Hamas em Doha, capital do país. O local dos ataques, no bairro West Bay Lagoon, ficam a apenas 18 quilômetros do circuito de Losail, palco do GP do Catar, marcado para os dias 28 a 30 de novembro, sendo a penúltima etapa da temporada 2025. O primeiro-ministro do Catar, Mohammed bin Abdulrahman al-Thani, prometeu respostas a Israel.

Em entrevista ao The Observer, Domenicali comentou sobre a situação no Catar: "É algo muito trágico, muito difícil. Estamos monitorando de perto a situação, mas não estamos ainda em uma situação onde precisamos dizer que isso é uma preocupação. Esperamos que o esporte possa trazer positividade".

"Somos o único esporte global que todos os anos está ao redor do mundo encontrando com primeiro-ministros, reis, todos, com os principais nomes do mundo. Então, minha esperança, é de que a F1 também possa falar sobre o contexto maior no mundo, de forma que possamos unificar o mundo que vivemos através do esporte".

Essa é a segunda vez em um espaço de cinco anos que a F1 precisa lidar com os conflitos no Oriente Médio de forma direta. Em 2022, durante o GP da Arábia Saudita, um posto a menos de 10km do Circuito de Jeddah foi bombardeado pelo grupo houthi, do Iêmen. Após uma tensa reunião, foi tomada a decisão de ir em frente com a prova.

Por enquanto, a F1 retorna na próxima semana com o GP do Azerbaijão, em Baku, última etapa europeia antes do início do tour pela Ásia e as Américas.

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