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F1: Próximo ciclo de motores já está sendo discutido; saiba o que pode mudar

É esperado que as unidades de potência sofram alterações para a temporada de 2031

La power unit della Red Bull

Foto de: AG Photo

Nos bastidores da Fórmula 1, já começaram as discussões sobre a próxima geração de motores, prevista para entrar em vigor a partir de 2031. Ainda não há definições oficiais; o debate gira em torno de mudanças significativas em relação ao modelo atual — especialmente no que diz respeito ao uso de sistemas híbridos.

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Uma das possibilidades em análise é a eliminação completa da parte elétrica dos motores, segundo informações do Auto Motor und Sport. Nesse cenário, a sustentabilidade da categoria seria garantida pelo uso de combustíveis sintéticos neutros em CO2, tema que já faz parte do planejamento da F1 para os próximos anos. A adoção desse tipo de combustível abriria, ao menos em teoria, espaço para uma simplificação das unidades de potência.

Esse caminho também poderia permitir o retorno dos motores aspirados, que marcaram diferentes eras da categoria. No entanto, essa alternativa enfrenta resistência por parte das montadoras.

As empresas tendem a influenciar diretamente a decisão — e, atualmente, a indústria automotiva trabalha majoritariamente com motores turboalimentados, pensando na evolução da tecnologia para os carros de rua. Vale lembrar que a F1 é um grande laboratório a céu aberto para o que é aplicado nos veículos que têm o público geral como alvo.

Diante desse cenário, a tendência mais forte até o momento aponta para a manutenção dos turbos, mesmo em um possível contexto sem hibridização. Entre as opções discutidas, um motor V8 turbo de 2,4 litros aparece como favorito nas conversas iniciais.

As definições ainda estão em estágio preliminar, e qualquer mudança dependerá do equilíbrio entre interesses esportivos, ambientais e industriais. O que já está claro é que o futuro da F1, mais uma vez, será resultado de negociações que vão além da pista.

FUTURO de VERSTAPPEN, integração com RED BULL, BORTOLETO, SEGURANÇA da F1 e mais | RAFAELA FERREIRA

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