Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

MotoGP: O novo cenário das concessões para Ducati, Aprilia e Honda

MotoGP
MotoGP: O novo cenário das concessões para Ducati, Aprilia e Honda

New Era lança coleção inspirada na estética de Ayrton Senna

Fórmula 1
New Era lança coleção inspirada na estética de Ayrton Senna

Falta de consenso pode colocar fim à proposta de moto única na MotoGP

MotoGP
Falta de consenso pode colocar fim à proposta de moto única na MotoGP

GP da Bélgica de F1: Confira horários e como assistir à etapa de Spa, com Bortoleto

Fórmula 1
GP da Bélgica
GP da Bélgica de F1: Confira horários e como assistir à etapa de Spa, com Bortoleto

F1: Williams terá carro novo em Baku, para além do chassi; saiba mais

Fórmula 1
F1: Williams terá carro novo em Baku, para além do chassi; saiba mais

F1: Verstappen se arrepende profundamente de não ter assinado com a Mercedes

Fórmula 1
GP da Grã-Bretanha
F1: Verstappen se arrepende profundamente de não ter assinado com a Mercedes

F1: Ameaça da Ferrari 'obriga' mudanças na Mercedes; entenda

Fórmula 1
F1: Ameaça da Ferrari 'obriga' mudanças na Mercedes; entenda

VÍDEO F1: Assista a onboard da Ferrari no Madring

Fórmula 1
VÍDEO F1: Assista a onboard da Ferrari no Madring

F1: Russell nega pressão pelo título e admite que "batalha agora é consigo mesmo"

Britânico diz que campeonato "está muito longe" neste momento e quer voltar a confiar nos próprios instintos

George Russell, Mercedes

Há derrotas que doem pelo resultado. E outras que desgastam porque nem sequer dependem de você. George Russell chega ao GP de Barcelona de Fórmula 1 com a sensação de ter perdido muito terreno no campeonato, mas também com a convicção de que grande parte desse prejuízo não reflete realmente seu nível.

Leia também:

Enquanto Andrea Kimi Antonelli acumula cinco vitórias consecutivas e ocupa a liderança do Mundial, o britânico chega a Catalunha em terceiro lugar na classificação, a 68 pontos do companheiro. A distância que parece enorme no papel, mas Russell se recusa a interpretar como uma sentença.

O veterano da Mercedes ainda carrega a frustração de Mônaco, onde sua corrida foi arruinada pela polêmica penalidade decorrente de uma infração nos boxes, situação que ele ainda não consegue entender completamente.

“É muito frustrante quando algo aparentemente fora do seu controle e da equipe destrói completamente o seu fim de semana”, lamentou. De fato, ele reconheceu que tentou convencer a FIA para que a penalidade fosse aplicada após a corrida e não durante a prova: “Depois que você cumpre um drive-through, não há mais volta”.

No entanto, após alguns dias de reflexão, Russell decidiu mudar sua abordagem.  “Neste momento, sinto que a pressão desapareceu”, confessou. “Vou tentar aproveitar cada corrida, nem sequer pensar no campeonato. Está muito longe neste momento". 

O britânico acredita que a classificação atual não conta toda a história. Se a temporada tivesse sido simplesmente neutra, sem golpes de azar nem problemas mecânicos, ele considera que estaria disputando muito mais perto de Antonelli: “Acho que teria mais três pódios e talvez mais alguma vitória. Provavelmente continuaria atrás do Kimi, porque ele está fazendo um trabalho incrível, mas o quadro seria totalmente diferente". 

A chave para se reencontrar passa por deixar de buscar respostas obsessivamente. Depois de analisar as últimas corridas, Russell chegou a uma conclusão: quanto mais tenta entender cada detalhe, pior fica.  “Quero voltar a confiar nos meus instintos”, afirmou. “No ano passado, eu mal olhava para os dados. Entrava no carro, pilotava rápido e dava certo". 

O próprio Antonelli se tornou o melhor exemplo dessa teoria. Russell observa como seu companheiro de equipe está passando por um momento de graça sem ter mudado nada de fundamental em sua pilotagem. “Seu estilo de pilotagem é exatamente o mesmo do ano passado. Simplesmente tudo está se encaixando para ele”, afirmou. “Sei que também pode voltar a se encaixar para mim, a batalha agora é contra mim mesmo”.

Nos momentos mais complicados, Russell encontrou apoio tanto em seu psicólogo esportivo, com quem trabalha há seis anos, quanto no próprio Toto Wolff.  “Toto tem sido excepcionalmente compreensivo durante esse período. Acho que nossa relação nunca foi tão próxima”, revelou.

E embora insista que não quer ficar obcecado com o campeonato, também não dá nada como perdido. Uma mensagem de Susie Wolff após Mônaco o ajudou a colocar as coisas em perspectiva: “Ela me lembrou que só completamos 27,3% da temporada. Tive que conferir os cálculos porque não acreditava nisso”, brincou.

Por isso, Barcelona não representa uma última oportunidade. Nem mesmo uma corrida decisiva. Para Russell, é simplesmente o primeiro passo de uma reconstrução pessoal. Menos cálculos. Menos pressão. Mais instinto. O mesmo método que o levou até a Fórmula 1 e que agora ele espera que o aproxime novamente da liderança.

KIMI já é GRANDE? Russell em mais um FIASCO, Hamilton FREIA Leclerc, BORTOLETO e + | FELIPE MOTTA

Ouça versão áudio do PODCAST MOTORSPORT:

 

ACOMPANHE NOSSO PODCAST GRATUITAMENTE:

Faça parte do nosso canal no WhatsApp: clique aqui e se junte a nós no aplicativo!

Artigo anterior Pirelli prorroga contrato de fornecimento de pneus para F1 até 2028
Próximo artigo F1: Hamilton destaca evolução da Ferrari e quer ver Scuderia bater a Mercedes 'por mérito próprio'

Principais comentários

Últimas notícias