F1: Russell pede para Mercedes "um carro igual ao de Antonelli"
Piloto britânico abandonou a prova na primeira volta e atribuiu parte da culpa à bateria da unidade de potência
Foto de: Sona Maleterova / Getty Images
George Russell encerrou sua participação no GP da Bélgica de Fórmula 1 de forma precoce, ao receber um toque de Lewis Hamilton logo na primeira volta e rodar, ficando preso na caixa de brita. Depois da prova, o britânico pediu para a Mercedes "um carro igual ao de Kimi Antonelli".
Em entrevista à Sky Sports, Russell explicou o incidente com o ex-companheiro de equipe e suplicou para a Mercedes: "Eu só peço um carro igual ao do Kimi".
“Foi um incidente de corrida com o Lewis. Não deveríamos estar naquela posição, eu estava sem potência e bateria, e fui ultrapassado pelo Hamilton e pelo Piastri. Foi perigoso, sinceramente".
Russell fez outro pedido para a escuderia de Brackley: "Só quero que meu carro continue o mesmo, não estou pedindo nada além disso".
“Fui completamente engolido na reta e então houve um incidente de corrida. Talvez eu pudesse ter aberto mais a linha e talvez ele pudesse ter freado um pouco mais, mas o incidente não teria acontecido se eu tivesse velocidade na reta. Estou muito decepcionado".
Questionado sobre como deixar esse final de semana ruim para trás, Russell admitiu que, naquele momento, não sabia exatamente o que fazer.
“Como posso deixar tudo isso para trás? Não sei, estou sem palavras agora", continuou. “Agradeço que todos estejam trabalhando duro para resolver o problema, mas na quinta volta da corrida estou na zona mista".
"Depois da curva 1, senti que estava em posição de lutar pela liderança, então de repente perdi potência e tudo foi por água abaixo", afirmou o britânico.
Toto Wolff, depois da prova de Spa-Francorchamps, admitiu que as unidades de potência das 'Flechas de Prata' possuem problemas crônicos no início da corrida.
"Todos os motores Mercedes tiveram um problema na largada. Temos um problema em nível de software, pelo qual não temos toda a energia à disposição. Kimi também teve esse problema e é por isso que Verstappen o ultrapassou".
"Temos um motor superrápido e um carro que anda forte, mas a confiabilidade ainda não está como gostaríamos. Vimos isso com Kimi em Silverstone e aqui com George, mas o automobilismo é um esporte técnico e temos que aceitar que isso pode acontecer", concluiu Wolff.
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