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Espanhol se juntou a Williams, que é cliente da marca alemã, este ano, e está otimista com o futuro

Carlos Sainz, Williams

Carlos Sainz, Williams

Foto de: Mark Sutton / Formula 1 via Getty Images

A Fórmula 1 passará por uma das maiores mudanças de regulamento de sua história no ano que vem, com novas unidades de potência e um chassi reformulado. Segundo boatos do paddock, de maneira semelhante ao que aconteceu em 2014, a Mercedes é a equipe que melhor entendeu o novo conjunto de regras e, de acordo com Carlos Sainz, essa especulação faz sentido. 

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Em participação no podcast El Partidazo de COPE, o espanhol falou sobre os novos motores, detalhando que os carros chegarão a "300 km/h muito mais rápido, mas com menos bateria no final". No entanto, apesar dos monopostos ficarem mais velozes, também haverá um lado negativo: "A bateria será cortada muito cedo na reta. Ou seja, passaremos muito tempo sem potência elétrica total". 

No novo sistema, aproximadamente metade da potência do carro será fornecida pelo motor a combustão, e a outra metade irá depender da parte elétrica. Atualmente, o mecanismo térmico é responsável por aproximadamente 80% da performance da unidade de potência. 

Sainz fez sua estreia pela Williams este ano, tendo inclusive alcançado um pódio significativo com o time de Grove no Azerbaijão e tem uma visão otimista do futuro. Já pensando na próxima temporada, ele revelou que o motor utilizado pelo time inglês, que é cliente da Mercedes, foi um fator decisivo para que ele se juntasse à equipe. 

"Confio muito no motor Mercedes. É uma das razões pelas quais vim para a Williams. Tudo o que me dizem sobre a evolução dele é positivo", concluiu. 

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