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F1: Suzuka terá nova zona de aerodinâmica ativa antes de curva famosa; saiba mais

Decisão da FIA busca adaptar circuito japonês a exigências dos carros de 2026

Suzuka Track detail

Ao longo dos anos, Suzuka sempre foi uma das etapas com o menor número de zonas de DRS na Fórmula 1, geralmente limitadas à reta principal, apesar das inúmeras seções de aceleração máxima que caracterizam o circuito japonês.

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Esta limitação é ligada, sobretudo, à segurança. Muitas das zonas de aceleração máxima encontram-se, de fato, em trechos em que se percorre uma curva ou, na parte final, com pontos de entrada em curva muito rápidos. Estas são condições em que a Federação nunca quis correr riscos, mesmo tendo em vista o alto desempenho dos carros.

Justamente no ano passado, por exemplo, viu-se o quanto manter o DRS aberto na entrada da curva 1 poderia ser perigoso, com Jack Doohan batendo nas barreiras após tentar enfrentar o primeiro trecho da pista japonesa com o aerofólio traseiro totalmente aberto. No entanto, isso entra em conflito com as exigências dos atuais carros de 2026.

Ala posteriore Audi

Alerão traseiro da Audi

Foto de: Audi

Para reduzir o consumo de energia, os novos monopostos devem passar o máximo de tempo possível com as asas dianteira e traseira abertas, de modo a limitar o arrasto. Por isso, a FIA decidiu permitir o uso da aerodinâmica ativa também na reta após a Spoon (sequência das curvas 13 e 14) e em direção à 130R (curva 15), permitindo que os carros economizem energia em um dos trechos que, de outra forma, seria mais crítico.

Layout Suzuka 2026 (Divulgação F1)

Layout Suzuka 2026 (Divulgação F1)

Foto de: Divulgacao

Prevê-se, no entanto, que a aerodinâmica ativa retorne à posição fechada para enfrentar a 130R, de modo a permitir que os carros entrem na curva com a máxima carga disponível, especialmente considerando que os novos carros não atingem os picos de velocidade do ciclo técnico anterior. Em outros trechos, por outro lado, optou-se por reduzir os riscos.

Potencialmente, a FIA poderia ter ousado um pouco mais instalando outra zona de aerodinâmica ativa entre as curvas 11 e 13, mas esse trecho não é reto e o risco era o de se encontrar em uma situação semelhante à de Albert Park, onde alguns pilotos reclamaram de falta de carga na dianteira com o aerofólio aberto, o que fazia os carros deslizarem. 

Se considerarmos, além disso, que a entrada na Spoon é bastante rápida, é fácil entender por que a Federação não quis correr riscos adicionais. O mesmo vale para o trecho entre as curvas 9 e 11, pois, no passado, a curva 10 era percorrida a toda velocidade para depois frear com o carro o mais reto possível.

No que diz respeito à gestão de energia, sem dúvida muitos tentarão usar o primeiro setor como uma área dedicada mais à regeneração ou à economia de energia, especialmente na longa sequência de curvas, onde haverá várias áreas transitórias com aceleração parcial, nas quais será possível fazer o MGU-K trabalhar de maneira diferente, para depois aproveitar o motor elétrico nas retas do segundo e terceiro setores. 

PILOTOS na BRONCA com a F1? KIMI tem FÔLEGO para o TÍTULO? BORTOLETO, F2, TV e + | GIANLUCA PETECOF

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