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Fabricante alemã está no meio da polêmica que envolve a taxa de compressão dos motores de 2026

Toto Wolff, Mercedes

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Foto de: Zak Mauger / LAT Images via Getty Images

No meio da polêmica da taxa de compressão dos motores de 2026, Toto Wolff, chefe de equipe da Mercedes, 'admitiu' que a escuderia das Flechas de Prata encontrou maneiras de fazer a unidade de potência ganhar "alguns cavalos de potência", mas que tudo está de acordo com o novo regulamento técnico da Fórmula 1.

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"Obtivemos todas as garantias de que tudo o que fizemos está de acordo com as regras", começou Wolff, que comentou sobre um suposto lobby das rivais. "Não se trata nem mesmo de um aumento massivo de desempenho. Mas acho que todos os nossos concorrentes ficaram um pouco ofendidos e fizeram lobby junto à FIA por um longo tempo".

"Esse lobby aumentou consideravelmente nos últimos meses. Ou seja, reuniões secretas, cartas secretas enviadas à FIA, quando neste esporte não existe nada de secreto... Essa situação levou as coisas a esse ponto".

O chefe da Mercedes também afirmou que irá aceitar o resultado do processo de votação sobre o tema, mas que prejudicará todos os times equipados com motores da fabricante alemã (McLaren, Williams, Alpine e a própria equipe oficial) sem um grande ganho no dispositivo.

"Há um processo de votação. Se essa votação decidir por uma mudança no regulamento de motores, você tem que aceitar. É o que é. Isso seria prejudicial para todas as equipes com motor Mercedes".

"O benefício que isso nos traria seria apenas alguns cavalos de potência. Sempre respeitaremos a gestão do esporte. Se a gestão do esporte tomar uma decisão contra ou a favor da nossa posição, temos que nos adequar a ambas".

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