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Organização do GP da Austrália vê junho como limite para definir realização da etapa

Como a AGPC quer a presença de fãs no evento, eles pedem cinco a seis meses para fazer a divulgação do GP

Circuit detail test shot

Adiado para 21 de novembro, será que o GP da Austrália de Fórmula 1 acabará acontecendo mesmo com a pandemia? No ano passado, o evento foi cancelado de última hora, quando a Covid-19 chegou oficialmente ao paddock. Dessa vez, foi adiada com dois meses de antecedência devido às restrições de entrada no país. E mesmo que falte muito tempo para o evento, a organização já tem um prazo para bater o martelo sobre sua realização.

Por enquanto, a Australian Grand Prix Corporation (AGPC), organizadora do evento, mantém a esperança de receber os fãs em Melbourne, apesar de não ser certo ainda qual será a situação do mundo, com a descoberta de novos variantes.

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"No momento, não estou considerando a possibilidade [de fazer a prova com portões fechados] porque realmente acredito que seremos capazes de termos público", disse Andrew Westacott, CEO da AGPC, em entrevista ao portal Speedcafe.com.

"Mas, se estivermos dentro do cronograma, pretendemos honrar esse compromisso da AGPC, então a resposta seria de que faremos a corrida. Essa é a minha preferência e meu desejo absoluto. Se conseguirmos que os pilotos venham para a Austrália, vamos seguir adiante".

A AGPC vai acompanhar de perto o desenrolar do Aberto da Austrália, que será realizado entre 08 e 21 de fevereiro. Até agora, todos os tenistas estão passando por uma rigorosa quarentena de duas semanas antes do início do evento.

A operação do Aberto foi imposta para que o evento pudesse sair do papel. A Austrália mantém normas rígidas de entrada no país para manter os números da pandemia em baixa. Em dois meses e meio apenas dois australianos morreram pela Covid-19 e a última vez em que foi registrado mais de 50 casos em um mesmo dia foi em setembro do ano passado.

"É realmente um teste extremamente importante", disse Westacott. "Quero que tudo dê certo, para o bem do estado de Vitória, para o Aberto da Austrália, organizadores, fãs. Acredito que tudo dará certo".

"É uma questão de limitar os riscos. Trata-se de implementar os procedimentos ideais. Graças às lições que serão aprendidas, certos procedimentos serão fortalecidos, enquanto outros podem ser relaxados ou ajustados".

Um problema que o GP da Austrália enfrenta é o fato do Albert Park ser uma pista temporária e, por isso, precisa passar pelo processo de construção, que dura semanas. Além disso, os organizadores querem ter certeza com tempo suficiente para abrir a venda de ingressos e promover o evento.

"Na minha opinião, essas decisões precisam ser tomadas com cinco ou seis meses de antecedência. Precisamos ter certezas, porque, sem elas, é muito difícil para os fãs que planejam viagens e o orçamento para estarem presentes. Por isso precisamos tomar uma decisão com muita antecedência".

"Admito que isso não casa com a situação da Covid, mas já existem vacinas e todos estamos aprendendo a conviver com o vírus. Há coisas que podem ser feitas, como máscaras e distanciamento. Mas vamos manter a flexibilidade".

 

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