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Parceria Red Bull-Renault teve tetra e crise feia; relembre

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Parceria Red Bull-Renault teve tetra e crise feia; relembre

Desde 2007 juntas, marcas fizeram história juntas na F1, mas também trocaram farpas nos últimos anos

 

2007 e 2008 - O início

2007 e 2008 - O início
1/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Depois de ter motores Cosworth e Ferrari em seus dois primeiros anos, a Red Bull trocou de fornecedora para a Renault ao mesmo tempo em que Adrian Newey se juntou à equipe. Os primeiros resultados não impressionaram. Nas duas primeiras temporadas o time só pôde ir ao pódio duas vezes (Europa 2007 e Canadá 2008), no entanto o time guardou sua grande cartada para a mudança de regulamentos de 2009.

2009 - O caminho do sucesso

2009 - O caminho do sucesso
2/11

Foto de: LAT Images

Com carros completamente diferentes, a Red Bull conseguiu fazer o trabalho de Adrian Newey se sobressair. Sem o difusor duplo da Brawn, o carro era o mais forte do grid, e isso ficou claro a partir da metade da temporada, quando seu novo piloto, Sebastian Vettel, passou a vencer corridas com constância. Mark Webber também foi bem, e o time conseguiu terminar como vice-campeão depois de seis vitórias.

2010 - O primeiro título

2010 - O primeiro título
3/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Com a proibição do difusor duplo, a Red Bull provou que tinha o melhor conjunto. Devido a um modo especial do motor Renault, o time fez 15 das 19 poles da temporada. No entanto, a inconsistência era um problema: tanto Vettel como Webber tiveram quebras e incidentes que fizeram o ano ser mais difícil. Mas no fim Vettel conquistou seu primeiro título, na última prova do ano, em Abu Dhabi.

2011 - O bi

2011 - O bi
4/11

Foto de: Andrew Ferraro / Motorsport Images

Depois dos modos especiais da Renault, Adrian Newey usou sua genialidade para potencializar o ponto forte do carro, criando o difusor soprado. Com o modo especial do motor Renault jogando ar pelo escapamento mesmo quando o piloto não acelerava, o time gerou bastante downforce na traseira e o resultado não podia ser diferente: bicampeonato para Vettel e Red Bull com quatro GPs de antecedência, e poles em 18 das 19 corridas.

2012 - O tri

2012 - O tri
5/11

Foto de: Andrew Hone / Motorsport Images

Sem o difusor soprado e com limitações nos modos de motor, a Red Bull viveu um ano mais complicado e sendo alvo da desconfiança da FIA e de times rivais quanto à parte traseira do carro e o mapa de aceleração do motor Renault. No entanto, com a ajuda do DRS duplo e de pistas melhores para seu carro no fim do ano, o time venceu quatro vezes seguidas com Vettel e confirmou o tricampeonato mundial de construtores e pilotos.

2013 - O tetra

2013 - O tetra
6/11

Foto de: Andrew Hone / Motorsport Images

Depois de um início de ano equilibrado, a Red Bull se beneficiou bastante de um novo composto mais duro de pneus da Pirelli na segunda metade do mundial. Isso, aliado ainda a uma mudança de regulamentos grande para 2014, fez Vettel sobrar no fim da temporada e garantir nove vitórias seguidas – um recorde na história da F1. O time e o alemão foram tetracampeões.

2014 - O início do declínio

2014 - O início do declínio
7/11

Foto de: LAT Images

O ano trouxe o início dos problemas de relacionamento da equipe com a Renault. A unidade híbrida tubo V6 francesa não era tão boa quanto a da Mercedes, o que fez o time ter poucas oportunidades de vencer. As poucas oportunidades que o time teve foram aproveitadas por Daniel Ricciardo, que ganhou três provas contra zero de Vettel, que ao fim do ano foi para Ferrari.

2015 - O fundo do poço

2015 - O fundo do poço
8/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

O pior ano da parceria Red Bull-Renault. Com muitos problemas no início, o time e a fabricante trocaram farpas pela mídia, enquanto que punições pela falta de confiabilidade da unidade já eram esperadas para o fim do ano. A fraca performance fez a Red Bull ter apenas três pódios em 19 GPs. No fim do ano, sem ter um fornecedor disponível, o time teve que continuar com a Renault, mas rebatizou o propulsor com o nome de sua patrocinadora, a marca de relógios TAG Heuer. A Toro Rosso, que trocou os motores Ferrari pelos Renault em 2014, voltou para o motor Ferrari cliente com um ano de defasagem em 2016.

2016 - Regresso e esperança de melhora

2016 - Regresso e esperança de melhora
9/11

Foto de: Andrew Hone / Motorsport Images

A Red Bull voltou aos trilhos, com um motor Renault que não era tão bom quanto os Mercedes mas era competente. Substituindo Daniil Kvyat por Max Verstappen no GP da Espanha, o time venceu sua primeira corrida desde 2014, e ainda conseguiu dobradinha na Malásia com Daniel Ricciardo ganhando. Vice-campeã, a equipe tinha esperanças de lutar pelo título em 2017...

2017 - Decepção

2017 - Decepção
10/11

Foto de: Sutton Motorsport Images

Porém, com a falta de confiabilidade do motor Renault e um carro difícil, a Red Bull mais uma vez se viu limitada. Ricciardo e Verstappen sofreram com falhas além da falta de performance, e não conseguiram ameaçar o domínio de títulos da Mercedes apesar de alguns pódios e três vitórias.

2018 - O fim

2018 - O fim
11/11

Foto de: Andrew Hone / Motorsport Images

Mesmo vencendo duas vezes, a Red Bull se encantou com o início de trabalho da Toro Rosso com a Honda e apostou na fabricante japonesa para sua sequência na Fórmula 1 a partir do ano que vem.
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