Por dinheiro, Ericsson acha difícil ver F1 na Escandinávia

Piloto sueco vê tradição em península, mas não acredita que prova possa acontecer em breve: “não vejo recursos”

Por dinheiro, Ericsson acha difícil ver F1 na Escandinávia
Marcus Ericsson, Sauber C34
Marcus Ericsson, Sauber C34
Marcus Ericsson, Sauber C34
Marcus Ericsson, Sauber F1 Team
Marcus Ericsson, Sauber C34
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1978. Foi a última vez que a Suécia e a península Escandinava viram um GP de Fórmula 1 em seu território. 37 anos depois, três pilotos oriundos do local estão na categoria. Porém, segundo o sueco Marcus Ericsson, um GP da Suécia não é algo que tenha boa possibilidade de ocorrer.

"Eu não vejo acontecendo por um longo tempo, mas seria legal para o esporte se pudessemos ter uma corrida no norte da Europa", disse à Autosport.

"Temos suecos e finlandeses na F1. Há muita tradição de esporte a motor na Escandinávia. Portanto, ter uma corrida lá seria muito, muito bom. Acho que muita gente iria ver. Mas neste momento, com o dinheiro que custa fazer uma corrida, não vejo um país como a Suécia tendo recursos.”

"Mas eu acho que, com certeza, haveria grande interesse no país."

Quando Ericsson fez sua estreia na F1 com a Caterham em 2014, se tornou o primeiro sueco a disputar um GP desde 1991.

"O apoio que tenho na Suécia é ótimo", disse Ericsson.

"Nós não tivemos um piloto na Fórmula 1 por 23 anos até que cheguei, então agradeço o apoio."

"É muito bom e eu posso ver meus resultados cada vez melhores. Com certeza virá mais gente."

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