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Quais são as bandeiras de sinalização menos usadas na F1?

As amarelas e vermelhas já são de conhecimento amplo, mas a FIA prevê outros avisos para os pilotos de forma física

Ainda mais rigoroso: novas regras para os pilotos em caso de bandeiras amarelas duplas

A Fórmula 1 é muito tecnológica e a maior parte da comunicação com os pilotos acontece pelo visor no volante dentro dos carros, no entanto, para não haver nenhum erro, os fiscais e equipes também podem e devem se comunicar com objetos físicos pelas grades. Esse é o caso das bandeiras - geralmente amarelas, vermelhas e quadriculadas. Mas existem outras que quase não vemos em um fim de semana?

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Geralmente, durante uma corrida, os pilotos são avisados de algum problema ou batida na pista. O amarelo significa que eles precisam diminuir o ritmo, pois há alguma obstrução em determinado ponto do traçado, já a bandeira vermelha põe fim a sessão e indica que todos os carros devem ser recolhidos para os boxes por motivos de segurança.

Uma bandeira amarela pode ou não vir acompanhada do Safety Car Virtual ou do carro físico, definindo uma velocidade máxima e mínima para os competidores, além de impedir as ultrapassagens.

Ver a cor azul pela pista não é nenhuma novidade também. Essa cor é usada para avisar um piloto retardatário de que um carro mais rápido está se aproximando e, assim, ele precisa abrir espaço e deixá-lo passar sem nenhum desafio.

A bandeira preta e branca é mais incomum e é usada para avisar um piloto de que ele está recebendo um aviso de conduta antidesportiva. Geralmente, os competidores estão sendo avisados sobre os limites de pista antes de receberem uma punição.

Mas e as bandeiras que quase não vemos?

Essas existem e, se existem, há uma história por trás. Uma das menos conhecidas é a amarela e vermelha - que se parece a bandeira da Espanha - e serve para avisar os pilotos de que as condições da pista podem mudar rapidamente, geralmente por óleo ou água no traçado ou baixa aderência.

Diferente da amarela, essa bandeira não exige que os pilotos diminuam a velocidade ou façam algo específico. Inclusive, quando ela é apresentada, geralmente fica estática, para que os pilotos a vejam e sejam avisados sem nenhuma confusão e fica a critério de cada um o que deve ser feito.

Os comissários acionam a bandeira vermelha e amarela para indicar as condições da pista.

Foto de: Dom Romney / Motorsport Images

A bandeira preta e laranja indica um piloto com problemas em seu carro que pode afetar os rivais. Ela é usada para que todos tomem cuidado com o que está acontecendo ao seu redor e exige que o monoposto com peça solta ou problema de vazamento retorne aos boxes para reparos.

Em 2022, essa bandeira se tornou um ponto de polêmica porque os comissários foram criticados por "usá-la demais" em diversas corridas. Seu uso diminuiu drasticamente, mas as equipes estão pedindo para que ela retorne com um pouco mais de força. Ignorar a indicação de retorno aos boxes resulta em desclassificação daquela etapa.

A bandeira preta foi usada apenas 16 vezes ao longo de todos os 75 anos de história da categoria. Seu 'aviso' é bastante severo: o piloto que a recebe está automaticamente desclassificado da corrida e deve retornar imediatamente aos boxes.

A última vez que ela foi usada foi no GP de São Paulo de 2024, para Nico Hulkenberg. O piloto recebeu ajuda externa para retornar à corrida após rodar e isso não é permitido. Antes disso, ela foi apresentada no GP do Canadá de 2007, quando Giancarlo Fisichella e Felipe Massa deixaram os boxes com as luzes vermelhas ainda acessas.

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