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Tribunal de Paris ordena julgamento sobre legitimidade de eleições da FIA

Corte francesa determinou abertura de processo contra a Federação no início de 2026

FIA name board

Foto de: Erik Junius

O Tribunal Judicial de Paris proferiu sua primeira decisão após um pedido de Laura Villars, piloto francesa que se candidatou à presidência da FIA (mas que não recebeu aprovação para concorrer). O juiz não suspendeu a próxima eleição nem tomou qualquer decisão antecipada, porém, ele determinou que um julgamento teria que ser realizado para resolver a "questão substantiva" levantada, não validando, portanto, nenhuma das posições apresentadas pelas duas partes e remetendo-as de volta aos juízes competentes.

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Villars havia anunciado sua candidatura para suceder Mohammed Ben Sulayem na eleição realizada a cada quatro anos para presidir o órgão internacional. No entanto, dadas as condições que devem ser atendidas para a apresentação de uma lista, o atual presidente se encontrará sozinho na disputa. Além de Laura Villars, Tim Mayer e Virginie Philippot também desistiram por não poderem concorrer às eleições. 

Nesta fase, os tribunais franceses anunciaram a abertura de um julgamento "contra a FIA perante os juízes de mérito" a partir de 16 de fevereiro de 2026. É nesse momento que serão realizados os debates sobre as supostas violações da FIA.

Enquanto isso, a eleição presidencial poderá ser realizada conforme programado, em 12 de dezembro, em Tashkent, no Uzbequistão, simultaneamente à Assembleia Geral Anual da FIA. Ben Sulayem será automaticamente reeleito para um segundo mandato. Posteriormente, o julgamento poderia questionar sua validade e até mesmo cancelá-la, com a única condição de que os juízes decidissem nesse sentido. No entanto, essa é apenas uma hipótese.

Villars e seus advogados estão denunciando vários pontos perante os tribunais: "A impossibilidade de apresentar uma lista alternativa; a situação sem precedentes de um único candidato elegível para a região da América do Sul; a transparência e o funcionamento do Comitê de Nomeações; a conformidade dos procedimentos eleitorais com os princípios de governança, democracia e integridade que a FIA reivindica".

Em um comunicado à imprensa após a ordem judicial de Paris, Villars declarou que estava agindo "pela credibilidade, justiça e integridade do esporte a motor internacional". Ela também declarou que "continuaria essa luta perante os juízes a fim de garantir um processo eleitoral que esteja em conformidade com os padrões de governança esperados de uma organização internacional".

Max MATADOR, Norris na VANTAGEM e Piastri SEM NADA A PERDER: Tudo da DECISÃO da F1! Com FELIPE MOTTA

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