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Verstappen condiciona permanência na F1 ao que "decidirem para o ano que vem"

Tetracampeão não tem se divertido muito no Campeonato Mundial ultimamente; então, o que o futuro lhe reserva?

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen está abertamente reconsiderando seu futuro na Fórmula 1, após mais um treino classificatório complicado no GP do Japão. O piloto da Red Bull foi eliminado por pouco no Q2 de Suzuka, o que agravou seu descontentamento depois que ele expressou aversão descarada às novas regras da categoria.

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Verstappen deixou claro que não gosta do estilo de corrida de 2026, já que a gestão de energia obriga os pilotos a recuperar bateria em curvas de alta velocidade na classificação, o que figura entre os aspectos menos populares das novas regras. Pode haver muito mais ultrapassagens aos domingos, mas o tetracampeão mundial comparou as corridas ao jogo 'Mario Kart'.

Então, quando Verstappen disse que tinha “muitas coisas para eu, pessoalmente, resolver” no sábado em Suzuka, foi-lhe pedido que explicasse a que se referia. A resposta do holandês, que não quis se alongar, não foi muito além de “vida”, embora ele tenha esclarecido “vida, aqui” e confirmado de forma muito sucinta que estava relacionada aos regulamentos atuais da F1.

Essas poucas palavras podem não parecer grande coisa, mas dizem muito, especialmente em um contexto em que Verstappen buscou – e encontrou – diversão em outros lugares.

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto: Mark Thompson / Getty Images

O piloto de 28 anos corre com carros GT3 na NLS (Nurburgring Langstrecken-Serie) desde o ano passado e estará na edição de 2026 das 24 Horas de Nurburgring, em meados de maio.

“Isso me deixa muito feliz, com certeza”, admitiu. E o contraste com a F1 não poderia ser mais gritante.

Questionado sobre o receio de seu pai, Jos, de que ele pudesse perder a motivação, Max respondeu: “Quando estou no carro, sempre dou tudo de mim. Mas sim, com a forma como as coisas estão – não apenas o carro, mas tudo o que já disse sobre a F1 –, no momento, não é divertido para mim. E também não será divertido para outras pessoas".

“Mas quando você fica longe de casa por tanto tempo, 22 corridas, no fim das contas você precisa fazer algo que gosta na vida. Acho que isso se aplica a todos os atletas. Se você perguntar a muitas pessoas: ‘Como você tira o máximo proveito do seu desempenho?’, a resposta começa por gostar do que faz. Se você não gosta, não consegue tirar o melhor proveito disso".

“Com outras coisas, tento manter a diversão. Mas, em algum momento, isso também acaba".

Max Verstappen, Red Bull Racing

Max Verstappen, Red Bull Racing

Foto: Clive Rose / Fórmula 1 via Getty Images

Embora Verstappen tenha sido o crítico mais veemente dos carros de 2026 na mídia, ele também tem trabalhado com a FIA e a F1 para melhorar as coisas, e deu a entender que as decisões que estão por vir serão fundamentais para o seu futuro na F1 – ou para a falta dele.

“Acho que depende do que eles decidirem para o ano que vem. Para este ano, sei que estão dando o melhor de si, mas também é uma questão política, certo? O que eu entendo perfeitamente, é claro, por parte de outros fabricantes, e com razão”, disse ele, referindo-se a marcas como Audi e Honda, que apoiaram a maior importância da parte elétrica dos motores de F1.

“Não estou ressentido com isso nem nada. Também não se trata de eu estar na posição em que estou, entre o 7º e o 11º lugar, ou o 12º. Só espero que seja um pouco mais divertido de pilotar, como você sabe.

“Mas, claro, para este ano, serão pequenas mudanças que não fazem realmente uma grande diferença. Só espero que as mudanças sejam grandes o suficiente para o ano que vem".

Caso contrário, não seria inconcebível que Verstappen se aposentasse da F1 com apenas 30 anos – a mesma idade que outro tetracampeão, Alain Prost, tinha quando conquistou seu primeiro título mundial.

Reportagem adicional de Filip Cleeren e Ronald Vording

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