VÍDEO F1: Vettel e Barrichello homenageiam Schumacher com volta no Ferrari F2002 em Monza
Dupla de ex-pilotos de Maranello faz exibição especial com lendário monoposto do heptacampeão em celebração aos 30 anos da estreia de 'Schumi' na Scuderia
Sebastian Vettel e Rubens Barrichello presentearam os torcedores italianos em Monza com voltas de demonstração no Ferrari F2002 do heptacampeão da Fórmula 1 Michael Schumacher.
No sábado (05), após a classificação do GP da Itália, Barrichello completou voltas de demonstração a bordo do lendário monoposto do ex-companheiro de equipe. O F2002, inclusive, foi o mesmo modelo com o qual o brasileiro venceu em Monza naquela temporada.
Já no domingo (06), Vettel completou algumas voltas no F2002 como parte das atividades pré-corrida do GP da Itália, em um fim de semana em que a Ferrari comemorou o 30º aniversário da estreia de Schumacher pela equipe, em 1996.
O F2002 foi o ápice da força de Maranello na era de Jean Todt e Ross Brawn, levando Schumacher a 11 vitórias e Barrichello a cinco triunfos, enquanto a equipe conquistou 15 de 17 corridas. Schumacher nunca ficou fora do pódio naquele ano, conquistando seu terceiro título consecutivo com a Ferrari e seu quinto título geral no final de julho, após o GP da França, a 11ª etapa da temporada.
Mas, mais do que a história do carro em si, o que abalou profundamente o amigo e pupilo de Schumacher, Vettel, foi o legado do heptacampeão, que não é visto em público desde um acidente de esqui em dezembro de 2013.
“Estou tomado por sentimentos contraditórios”, disse Vettel após a demonstração, quase chorando. “Por um lado, é um carro tão bonito de pilotar. É uma máquina tão linda. Mas, muito mais do que isso, é o carro do Michael. Ele não está aqui hoje, mas eu o senti muito nessas voltas, e espero que vocês também o tenham ouvido e sentido".
Sebastian Vettel
Foto: Eric Le Galliot
O tetracampeão, que também foi piloto da Ferrari entre 2015 e 2020 enquanto tentava imitar os anos de glória de Schumacher, disse que estava dividido entre deixar aquele momento único durar o máximo possível e pisar fundo no potente motor V10.
“É tão emocionante”, descreveu Vettel, extasiado. “Não são necessárias muitas voltas para sentir a alma de um carro, e você percebe imediatamente que era um carro especial e que ele está simplesmente gritando para você: ‘Vai, vai, vai’".
“Eu fiquei o tempo todo dividido entre querer acelerar esse carro e querer aproveitar o momento e fazê-lo durar, mas não, foi absolutamente lindo sentir o quanto o espírito de Michael está vivo e o quanto o espírito da Ferrari está vivo por aqui. Eu mesmo vivi isso há anos".
“Há coisas das quais sinto falta, mas é uma vida diferente e, como disse, cuidar da próxima geração de pilotos traz grandes oportunidades pela frente. Portanto, é um dia muito emocionante. Meu coração está batendo forte, estou muito, muito orgulhoso e sinto falta do Michael", concluiu Vettel.
Monza será TUDO ou NADA! Os BASTIDORES da F1 ATUAL e do PASSADO com PIETRO FITTIPALDI e FELIPE MOTTA
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