Negrão admite saída da Arden e GP2 pode não ter brasileiros

Com representantes desde o ano de sua criação, categoria poderá não ter nenhum piloto brasileiro no ano que vem; paulista ainda negocia com equipes para permanecer no grid

Negrão admite saída da Arden e GP2 pode não ter brasileiros
André Negrao, Arden International
André Negrao, Arden International
André Negrao, Arden International
André Negrao, Arden International
Patric Niederhauser, Team Lazarus lidera André Negrao, Arden International

Com representantes do país na GP2 desde a primeira edição do campeonato, em 2005, o Brasil corre o risco de ficar de fora da temporada 2016 da categoria que faz a preliminar de grande parte das corridas de F1.

André Negrao admitiu nesta quarta-feira (18) que se despede da equipe Arden - na qual esteve por duas temporadas - no final do campeonato. O paulista, que está no Bahrein a penúltima rodada dupla do ano, ainda não sabe o que fará em 2016, embora mantenha conversas com três equipes da GP2. "As coisas ainda estão nebulosas, mas não vou continuar na Arden", disse.

O time, que tem como dono Christian Horner, chefe da Red Bull, é o 12º na classificação (são 13 equipes na atual temporada). Durante o campeonato, Negrão se queixou frequentemente da falta de potência do motor. "São 40 cavalos a menos que fazem uma grande diferença", afirmou. 

Com tais dificuldades, Negrão não esconde a preocupação e prevê dificuldades durante o final de semana. "Com esse motor, sei que só posso esperar por mais um fim de semana difícil." As atividades de pista serão abertas nesta quinta-feira com uma sessão de treinos livres de 45 minutos a partir das 6h30 (de Brasília). As tomadas para a formação do grid começarão às 9h20.

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