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10 fatos desconhecidos (ou quase) sobre Lucas Di Grassi

Piloto paulista revelou a aposentadoria das pistas na quinta-feira (30)

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Foto de: Divulgacao

Lucas Di Grassi, brasileiro que foi campeão da Fórmula E em 2016/17, correu na Fórmula 1 e foi pódio nas 24 Horas de Le Mans, revelou que vai 'pendurar o capacete' no final de 2026. No entanto, os feitos do piloto paulista vão além das pistas, indo ao empreendedorismo, ciência e até no combate à Covid-19.

Leia também:
  • Di Grassi é formado no programa de Owner/President Management da Escola de Negócios de Harvard, em um curso de cinco anos. Além disso, tem quatro patentes mundiais de produtos que participou da criação.
  • Ele também é co-autor de um estudo científico chamado "Neurobehavioural signatures in race car driving: a case study", artigo envolvendo como o ser humano reage dirigindo um carro de corrida, o que foi usado para melhorar a segurança de veículos. Tal pesquisa foi publicada na revista Nature, conceituada na área.
  • O piloto paulista também escreveu um livro infantil, junto da esposa e artista plástica Bianca Diniz Caloi, para ensinar ciências às crianças.
  • Di Grassi é membro da Mensa, sociedade voltada à reunir pessoas de alto QI ao redor do globo.
  • Além disso, o maior ídolo de Di Grassi não é alguém dentro do esporte a motor, mas sim o artista, inventor e cientista Leonardo da Vinci. A admiração pelo gênio italiano fez Lucas dar o primeiro nome do filho de Leonardo.
  • Di Grassi é defensor da sustentabilidade e do meio ambiente, o que fez ele fazer ações de conscientização ao redor do mundo. Entre elas, uma de destaque foi a de levar um carro da Fórmula E ao Ártico para chamar atenção sobre o derretimento das calotas polares.
  • Além disso, foi embaixador do Programa das Nações Unidas (ONU) para o Meio Ambiente de 2018 até 2025.
  • Na pandemia de Covid-19, o piloto paulista foi o primeiro atleta a criar um movimento para arrecadar fundos contra a doença que arrasou o mundo.
  • Além disso, teve a iniciativa de transformar uma fábrica de material plástico em produtora de face shield. Além disso, doou mil de tais EPIs para hospitais, locais de tratamento e infectados com a doença.
  • Ele também doou o primeiro equipamento de sanitização com raios UV para o Hospital das Clínicas.

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