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Indy: McLaren vence processo contra Palou e espanhol terá que pagar mais de R$63 milhões para equipe

Equipe britânica encerrou batalha legal contra tetracampeão após vencer julgamento no Reino Unido

Alex Palou, Chip Ganassi Racing

O longo e midiático julgamento entre McLaren e o tetracampeão da Indy Álex Palou chegou ao fim nesta sexta-feira (23), com uma decisão favorável para a equipe britânica, que anunciou oficialmente que um juiz do Reino Unido decidiu por uma indenização superior a 12 milhões de dólares (mais de R$63 milhões) que terá que ser paga pelo piloto espanhol por descumprimento contratual.

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A notícia foi divulgada pela própria McLaren, que estava envolvida há mais de dois anos em um processo judicial contra Palou. O tribunal considerou comprovado que a equipe sofreu um prejuízo comercial significativo após Palou romper seu acordo com a Arrow McLaren e optar por continuar na Chip Ganassi Racing.

Segundo o comunicado emitido de Woking, o valor fixado pelo juiz não cobre a totalidade dos quase 20 milhões de dólares que a McLaren inicialmente reivindicava, mas reconhece "o impacto comercial e a perturbação" causados pela decisão do piloto. Além disso, a equipe buscará em uma audiência posterior juros adicionais e o reembolso das despesas legais, o que pode aumentar ainda mais o valor final.

O CEO do grupo, Zak Brown, não demorou a comentar o veredito: "É um resultado totalmente apropriado para a McLaren Racing. Demonstramos claramente que cumprimos todas e cada uma de nossas obrigações contratuais com Álex e que honramos o que foi acordado".

Palou não foi condenado a pagar nada relacionado aos prejuízos na F1 alegados pela McLaren como consequência de sua permanência na CGR em vez de se transferir para a Arrow McLaren. Todas as indenizações concedidas à McLaren estavam vinculadas aos prejuízos sofridos pela equipe da Indy devido à mudança de ideia de Palou.

“O tribunal rejeitou integralmente as alegações da McLaren contra mim relativas à F1, que em determinado momento chegaram a quase 15 milhões de dólares”, disse Palou. “Gostaria de agradecer a Otmar Szafnauer por sua valiosa assistência".

“A decisão do tribunal demonstra que as acusações contra mim eram completamente exageradas. É decepcionante que tanto tempo e dinheiro tenham sido gastos combatendo essas acusações, algumas das quais o Tribunal considerou sem fundamento, simplesmente porque optei por não pilotar para a McLaren depois de saber que eles não poderiam me oferecer uma vaga na F1".

“Estou desapontado com a decisão de indenizar a McLaren. Eles não sofreram nenhum prejuízo, considerando os ganhos que obtiveram com o piloto que me substituiu. Estou analisando minhas opções com meus consultores e não tenho mais nada a declarar neste momento".

“Estou ansioso pela próxima temporada com a Chip Ganassi Racing [na Indy]".

Um conflito causado pela F1

O caso tem suas raízes em 2022, quando Palou assinou com a McLaren atraído, segundo sua versão, por promessas de oportunidades reais na Fórmula 1. O espanhol defendeu perante o tribunal que esses compromissos — mais testes e um caminho claro para a F1 — nunca se concretizaram. Paralelamente, a McLaren acabou apostando em Oscar Piastri, hoje piloto titular ao lado de Lando Norris, fechando definitivamente a porta para Palou na categoria principal.

Diante desse cenário, o catalão rompeu o contrato e voltou para a Ganassi, onde não só reconstruiu sua carreira, mas voltou a se sagrar campeão da Indy em 2025 (pelo terceiro ano consecutivo), reforçando seu status como um dos grandes nomes do campeonato americano.

A sentença representa um duro golpe econômico para Palou, que até o momento não emitiu nenhum comunicado oficial após a divulgação da decisão. A McLaren, por sua vez, ressalta que o juiz também levou em conta que o piloto contou com o apoio da Chip Ganassi durante o processo para tentar invalidar a reivindicação.

O caso, no entanto, pode não estar completamente encerrado. Resta saber se o piloto decidirá apelar ou explorar novas vias legais, ou se ambas as partes optarão por dar um fim definitivo a um conflito que marcou um dos episódios contratuais mais tensos do automobilismo recente.

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