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ANÁLISE: Rei dos circuitos inéditos na MotoGP atual, Márquez agora mira a conquista de Goiânia

Motorsport.com repercute o retrospecto do espanhol da Ducati em GPs recém-adicionados à classe rainha; pista do Centro-Oeste esteve no cronograma pela última vez em 1989, de modo que é novidade para o grid do campeonato

Marc Marquez, Ducati Team

A MotoGP chega neste fim de semana a um novo circuito no calendário. Trata-se do Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia, palco do GP do Brasil, que recoloca o País no cronograma da categoria.

O piloto da casa é o novato Diogo Moreira, competidor da LCR Honda e atual campeão da Moto2, mas quem também estará nos holofotes é o heptacampeão da classe rainha, o espanhol Marc Márquez, da Ducati.

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No entanto, por mais que tenha dominado 2025, o 'Formiga Atômica' chega pressionado ao GP do Brasil, já que, na abertura da temporada 2026, na Tailândia, ele ainda estava voltando ao ritmo -- após lesão tirá-lo do fim do campeonato passado. Além disso, quem venceu foi Marco Bezzecchi, italiano da Aprilia.

De todo modo, o retrospecto de Márquez em circuitos inéditos na MotoGP aumenta a confiança do espanhol para a etapa de Goiânia, a segunda do cronograma da categoria máxima do motociclismo mundial neste ano.

Marc, o especialista em pistas novas

Talvez o melhor exemplo de circuito novo que Marc transformou em seu reduto seja o de Austin: o GP das Américas entrou no calendário em 2013 e o multicampeão venceu por lá de forma ininterrupta até 2018.

Já o GP da Tailândia, no qual, há algumas semanas, começou a nova temporada, era antigamente outro exemplo do domínio de Márquez em pistas recém-chegadas. O catalão venceu nas duas primeiras edições da etapa de Buriram, em 2018 e 2019.

Outro circuito em que o atual campeão conquistou vitórias foi Termas de Río Hondo. Ele venceu a primeira edição do GP da Argentina, em 2014, numa sequência de dez vitórias consecutivas. E foi lá que, em 2015, começou sua rivalidade com o italiano Valentino Rossi.

O último exemplo é o Balaton Park, que desde o ano passado sedia o GP da Hungria. O espanhol conquistou a pole, venceu a corrida sprint por dois segundos de vantagem e triunfou na corrida principal com margem de 4s, diferenças que são difíceis de ver na atual fase da classe rainha.

Marc Márquez, Ducati

Marc Márquez, Ducati

Foto de: Ducati Corse

No entanto, tudo isso não significa que Márquez não tenha enfrentado novos circuitos que lhe causaram dificuldades. Na verdade, há três em que ele teve mais problemas: o primeiro é o Red Bull Ring, sede do GP da Áustria desde 2016 -- nele, o piloto da Ducati só conseguiu vencer na temporada passada.

Além disso, há dois circuitos recentemente adicionados nos quais ele não venceu. Um deles é Portimão, que sedia o GP de Portugal desde 2020 e onde Márquez tem um sexto lugar, em 2022, como melhor resultado em provas longas -- ele foi segundo na sprint de 2024 e não disputou alguns GPs lá por lesões.

O outro é Mandalika, onde não só venceu, mas também sofreu duas lesões: uma em 2022 e a mais recente no ombro direito, há alguns meses. Ele também não conseguiu terminar as corridas de 2023, devido a uma queda, nem a de 2024, por causa de um incêndio no motor de sua GP23 da Gresini.

E Goiânia, será um palco difícil para Márquez como o do GP da Indonésia ou um templo da supremacia de Marc como Austin? É isso que descobriremos neste fim de semana, no Autódromo Internacional Ayrton Senna, onde o Motorsport estará presente para a cobertura completa do evento, aqui e no PÓDIO CAST!

ESTÁ NA HORA: Tudo da MotoGP em Goiânia! EXCLUSIVA com DIOGO MOREIRA sobre GP do Brasil, MÁRQUEZ e +

Ouça versão áudio do PÓDIO CAST:

 

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