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Autódromo de Goiânia recebe homologação da CBM para GP do Brasil de MotoGP

Desafio de Campeões valida infraestrutura e segurança do traçado goiano que volta a sediar o Mundial de Motovelocidade após 37 anos

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O Autódromo Internacional Ayrton Senna deu um passo definitivo para o retorno do Mundial de Motovelocidade ao solo brasileiro. Durante o último final de semana, o traçado goiano sediou o Desafio de Campeões, um evento preparatório concebido para testar cada detalhe da pista e da operação logística que receberá a segunda etapa da temporada 2026 entre os dias 20 e 22 de março. A Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) confirmou que já cumpriu sua parte no processo, emitindo a homologação nacional após verificar o pleno funcionamento de todas as áreas estratégicas.

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A atividade colocou na pista mais de 80 pilotos divididos entre as categorias Yamalube R3, GP600 e GP1000. Nomes de destaque nacional, como Eric Granado, Gustavo Manso e Kevin Fontainha, testaram o novo traçado que passou por uma reconstrução completa para atender aos rigorosos padrões internacionais exigidos pela Federação Internacional de Motociclismo (FIM). Além dos pilotos, o evento serviu como uma simulação real para fiscais de pista, socorristas, direção de prova e equipes de apoio que atuarão no GP oficial.

O presidente da CBM, Gustavo Jacob, acompanhou as atividades ao lado de Mike Webb, coordenador da direção de prova da MotoGP, e de Antonio Lima, comissário chefe da FIM no Mundial de Superbike. Segundo Jacob, a avaliação dos técnicos estrangeiros foi amplamente positiva, destacando especialmente a eficiência da pista sob condições adversas.

“Foi realmente uma simulação real, uma simulação para valer”, avaliou Gustavo Jacob. “O principal, que é a pista, funcionou maravilhosamente bem. Choveu muito no sábado e deu para testar a drenagem; o Mike Webb rodou o traçado no meio da tempestade e elogiou, afirmando que a drenagem está perfeita”.

O investimento de 55 milhões de reais realizado pelo governo de Goiás contemplou a reconstrução total dos 3.825 metros de asfalto, modernização de boxes, paddock, centro médico e a construção de uma nova torre de controle. Embora restem ajustes finais na mobília e equipamentos de facilidades, as áreas vitais como o controle de corrida e os sistemas eletrônicos operaram sem falhas durante os dois dias de testes.

“A CBM deu a homologação dela este fim de semana e a FIM deve emitir o documento oficial em breve, sendo agora apenas uma questão burocrática, pois não há pendências técnicas para com a federação internacional”, destacou o dirigente.

O retorno da MotoGP a Goiânia encerra um longo hiato, já que o autódromo foi palco do Mundial entre 1987 e 1989. Após décadas de ausência e passagens por Interlagos e Jacarepaguá, o renascimento do circuito goiano coloca o Brasil novamente no mapa da elite da motovelocidade mundial.

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