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Avintia e Nieto expressam interesse em ter Yamaha satélite

Equipes satélites com motos atrasadas da Ducati afirmam intenção de pegar lugar da Tech 3

Loris Baz, Avintia Racing, Alvaro Bautista, Aspar Racing Team
Tito Rabat, Avintia Racing
Alvaro Bautista, Aspar Racing Team
Dovizioso and Tito Rabat, Avintia Racing
Valentino Rossi, Yamaha Factory Racing
Johann Zarco, Monster Yamaha Tech 3
Johann Zarco, Monster Yamaha Tech 3

Nesta última quinta-feira (22), a equipe francesa Tech 3 anunciou que sua relação de 18 anos com a Yamaha na MotoGP chegará ao fim após a temporada de 2018.

A notícia deixa a Yamaha precisando encontrar outro parceiro para garantir a presença de quatro motos no grid de 2019, ao mesmo tempo em que abre uma oportunidade para outras equipes satélites terem as M1s do ano anterior da fábrica de Iwata.

Tanto Nieto (anteriormente Aspar) e Avintia, que atualmente andam com Ducatis de 2017 e 2016 com seus pilotos, disseram ao Motorsport.com que estão interessados ​​em assumir as motos satélites da Yamaha.

A Marc VDS também pode entrar na disputa, tendo deixado claro no passado que não está satisfeita com o estado de sua relação com a Honda após a saída de Jack Miller para a Ducati no ano passado.

No entanto, um porta-voz da equipe belga disse ao Motorsport.com que "o que queremos é nos ligar a uma fabricante que nos ofereça um projeto de longo prazo".

Esta pode ser uma referência velada ao fato de que as duas Yamahas satélites podem acabar com o time de Valentino Rossi quando o italiano decidir subir com seu time para a MotoGP como chefe de equipe

CEO da Dorna, Carmelo Ezpeleta disse ao Motorsport.com no ano passado que o time do sete vezes campeão da MotoGP tem lugar garantido no grid para subir para a categoria principal, apesar do atual limite de 24 motos.

Caso Rossi faça a transição de piloto para chefe da equipe, parece improvável que ele estabeleça uma parceria com outra montadora além da Yamaha, especialmente devido às relações anteriores com as marcas concorrentes Honda e Ducati.

Da mesma forma, a Honda e a Ducati agora têm equipes secundárias claramente estabelecidas: LCR e Pramac, respectivamente. Os times contam com pilotos contratados diretamente pelas fábricas.

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