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EXCLUSIVO MotoGP: Viñales e Bastianini compartilham primeiras impressões do Circuito de Goiânia

Pilotos da Tech3 KTM comentaram as expectativas para o GP do Brasil

Maverick Vinales, Red Bull KTM Tech 3, Enea Bastianini, Red Bull KTM Tech 3

O GP do Brasil de MotoGP já começa nessa sexta-feira (20), com os pilotos já presentes no Autódromo Internacional Ayrton Senna em Goiânia. A pista goiana retorna para a categoria rainha depois de 37 anos e, por isso, o traçado é uma grande surpresa para todos, incluindo para a dupla da Tech3 KTM Enea Bastianini e Maverick Viñales.

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Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com Brasil, Bastianini e Viñales afirmaram que já deram uma volta na pista de Goiânia, elogiando-a. No entanto, pelas chuvas do início da semana na região, ambos também relataram que a pista ainda está suja de terra, mas que deve ficar limpa para as primeiras sessões do GP do Brasil. 

"Ontem fiz a caminhada pela pista e, bem, a pista estava muito boa", começou Bastianini. "Acho que vai ser interessante correr aqui e, para ser sincero, estava bem suja porque acho que há dois dias choveu muito aqui e, sim, talvez esteja um pouco suja na primeira sessão, mas depois acho que vai ser muito bom correr aqui".

Viñales disse: "Sim, eu vi a pista, parece divertida, é uma boa pista. A gente precisa ver, obviamente está bem suja [...]. Está realmente muito suja, mas acho que a organização vai cuidar disso perfeitamente, então não estamos preocupados com isso".

No final da tarde de quinta-feira (19), no entanto, voltou a chover forte no Autódromo de Goiânia.

Questionado sobre as oportunidades de ultrapassagem em Goiânia, com outros pilotos apontando os setores 3 e 4 como os melhores lugares para ultrapassar, Enea concordou: "Acho que o último setor também será bom, com a última curva. Acho que em qualquer parte da pista dá para ultrapassar, depende se você tem margem para isso! [risos]"

Já sobre a adaptação com o 'novo' circuito do calendário, Viñales destaque o "mais importante, antes de tudo, é a caixa de câmbio, ajustá-la bem, mas eles têm muitas informações. Provavelmente ela já está bem ajustada antes mesmo de pilotarmos".

"Para nós, o lado bom é que temos uma hora de TL1, depois uma hora de TL2, então acho que é tempo suficiente para entender a pista. Além disso, olhando para a pista, ela não parece muito complicada, então será bem fácil nos adaptarmos a essa situação".

"Sim, no ano passado fomos a Balaton [Park, GP da Hungria] pela primeira vez e foi uma surpresa agradável no início", comentou Bastianini. "Você precisa conhecer a pista e pode cometer muitos erros, é normal, mas aqui acho que vai ser muito difícil, como em todas as pistas, mas não temos muitas curvas para entender. Além disso, o traçado é muito rápido, especialmente o primeiro setor é muito rápido, acho que vai ter um bom [primeiro] contato".

A KTM conquistou a primeira vitória do ano com Pedro Acosta na sprint da Tailândia, que também chegou em segundo na prova principal de Buriram. Os pilotos da Tech3, cliente da fabricante austríaca, comentaram sobre a possível força da RC16 em Goiânia.

"Para ser sincero, não sei muito bem, acho que podemos ser competitivos, isso é verdade, e acho que depende também de muitas coisas", começou Bastianini. "Durabilidade dos pneus, desempenho dos pneus, muitas, muitas coisas, e também aqui temos muitas [áreas] frenagens e, normalmente, nessa área somos competitivos, e é interessante ver como vai ser, mas na quinta-feira é difícil dizer se podemos estar na briga; quando digo 'na briga', penso no pódio, ou perto do pódio".

Já Viñales destacou que "ninguém correu nela, então é muito difícil [dizer]. Ainda assim, temos pneus diferentes dos que costumávamos usar, então com certeza a sensação será um pouco diferente. Mas, olhando para o asfalto, parece ter muita aderência, então provavelmente será bem legal de pilotar".

ESTÁ NA HORA: Tudo da MotoGP em Goiânia! EXCLUSIVA com DIOGO MOREIRA sobre GP do Brasil, MÁRQUEZ e +

Ouça versão áudio do PÓDIO CAST:

 

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