MotoGP aprova volta ao Brasil e elogia Goiânia: "Começo de parceria muito sólida"
Diretor da categoria destacou recepção calorosa, elogiou estrutura do evento e admitiu desafios naturais de uma estreia
Foto de: MotoGP Sports Entertainment Group
O retorno da MotoGP ao Brasil, com a etapa em Goiânia, marcou não só a estreia de um novo circuito no calendário, mas também a construção de um evento que vai além da pista. Em entrevista exclusiva ao Motorsport.com Brasil, Carlos Ezpeleta, diretor da categoria, destacou o balanço positivo do primeiro contato com a capital goiana.
"Não é só o circuito, é o evento como um todo — isso é importante destacar — e estamos realmente muito felizes, tem sido muito positivo. Claro, há desafios com o primeiro evento, como sempre acontece, mas estamos realmente muito felizes. Sentimos muito o calor e a recepção de Goiás, da cidade. Acho que os pilotos ficaram positivamente impressionados com a pista".
"Acho que todo mundo, todo o paddock, ficou muito positivamente impressionado com a cidade. E o que os promotores fizeram muito além da corrida em si. Há dois festivais diferentes na cidade, houve uma grande fan zone aqui. Sempre há coisas para melhorar, mas foi um começo de parceria realmente muito sólido".
Além da estrutura fora das pistas, o traçado também passou pelo crivo dos pilotos e da organização. Mesmo não sendo um dos mais longos do calendário, o circuito foi bem recebido e atende aos padrões exigidos pela categoria. Inclusive, recebeu a homologação da FIM no início da semana.
"Obviamente sabemos que cada circuito é diferente. Os pilotos gostaram, o que também é muito bom de ver. É seguro, então atende aos nossos critérios. Claro, todo mundo sabe que não é a pista mais longa do calendário, mas alguns pilotos até gostam disso".
"Acho que imprensa e os fãs também precisam entender que pilotos que não vão bem em um circuito vão dizer que não gostam. Então a conversa sempre pende para um lado".
Ezpeleta também chamou atenção para um ponto técnico importante em circuitos mais curtos: a necessidade de respostas rápidas em situações de incidente, algo que pode impactar diretamente o andamento das sessões.
"O problema de uma pista curta é que as intervenções precisam ser muito rápidas, porque as voltas são muito curtas. Então, a recuperação de uma queda precisa ser muito rápida, senão complica. Mas fizeram um grande trabalho. Ainda há coisas a finalizar, mas acho que os pilotos estão muito felizes com o que foi feito".
Ao longo da corrida principal, tivemos quedas de Pecco Bagnaia, Brad Binder e outros. Em nenhum dos casos a retirada das motos ou dos pilotos se tornou um problema para a etapa.
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