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MotoGP - Márquez: "Austin é um circuito que adoro, mas não venço há quatro anos"

Apesar do bom histórico no Circuito das Américas, heptacampeão minimizou expectativas para o fim de semana

Marc Marquez, Ducati Team

Houve um tempo em que parecia impossível vermos Marc Márquez em uma posição que não fosse a mais alta do pódio. Foi no palco do GP dos EUA que ele venceu pela primeira vez, tornando-se o vencedor mais jovem da história da MotoGP e, com mais seis triunfos, ele se tornou o "xerife" do circuito. Mas essa tendência mudou após 2021.

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Após sua última vitória no Circuito das Américas, ainda a bordo da Honda em 2021, Márquez foi o sexto colocado em 2022, não disputou em 2023 por conta das cirurgias e abandonou em 2024 e em 2025, sendo essas duas já com a Ducati.

Agora, Marc está em quinto lugar no Mundial, a 22 pontos do líder Marco Bezzecchi, e todo mundo espera que neste fim de semana ele consiga dar uma guinada em seu início de temporada.

“Sim, bem, vamos ver. No ano passado começamos o campeonato de outra forma, em melhor forma”, lembrou ele, referindo-se às suas duas "limpas" na Tailândia e na Argentina.

"Agora vamos passo a passo, conseguindo melhores sensações e uma melhor compreensão da moto. Fluindo cada vez mais, esse é o objetivo que nos propusemos para as próximas corridas, sobretudo aqui em Austin".

"Este é um circuito que se adapta ao meu estilo de pilotagem, mas sem esquecer que os setores 1 e 2 são muito exigentes, então vamos ver, vamos tentar começar da maneira certa, buscando encontrar nosso ritmo”, lembrou ele, de certa forma, que fisicamente não está a 100%.

Márquez começou muito forte na primeira corrida sprint, na Tailândia, mas uma penalidade o tirou a vitória; após isso, ele somou um abandono e um fim de semana abaixo da média no Brasil.

“Estou buscando encontrar as sensações que me permitam ser mais constante nos tempos de volta; como temos demonstrado na qualificação, temos velocidade, mas precisamos encontrar a regularidade e fazer com que os tempos saiam com facilidade. Na Tailândia eu estava longe e no Brasil me aproximei um pouco mais; vamos ver se aqui ou em Jerez somos capazes de ser mais regulares na corrida”, avaliou.

“Vamos ver. Austin é um circuito que adoro, mas estou há quatro anos sem vencer; é preciso entender bem a situação, os erros e como melhorar”, alertou.

Um histórico que, segundo ele, não será suficiente por si só para deter o líder do campeonato, Bezzecchi.

“Marco chega com uma sequência de quatro vitórias consecutivas e está demonstrando uma grande velocidade; ele é o favorito. Vamos tentar frear esse nível de desempenho, mas é difícil, porque ele está sendo o mais rápido”, avaliou antes de soltar uma frase para reflexão: “Temos que nos concentrar no nosso trabalho; vamos tentar dar o nosso melhor na nossa equipe”, disse enigmático o piloto catalão.

Já desde o final da última temporada, surgiu um debate sobre se, neste momento, a Aprilia é a melhor moto do grid, à frente da Ducati: “É sempre uma combinação de fatores, mas sinto que tenho a melhor moto e a melhor equipe, então tudo depende de mim”, concluiu o #93.

DOMÍNIO da APRILIA no Brasil: e aí, Márquez? DIOGO, problemas e BASTIDORES do Pódio Cast em Goiânia!

Ouça versão áudio do PÓDIO CAST:

 

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