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MotoGP: Sprint de Goiânia só foi realizada porque buraco na pista estava "fora do traçado"

Pilotos deram suas visões sobre a principal história deste sábado no GP do Brasil

Officials repair a sinkhole on the start finish straight

Em meio a uma grande expectativa que havia em torno do retorno ao Brasil ao calendário da MotoGP após mais de duas décadas, uma das imagens que ficará marcada da primeira prova em Goiânia (em um acordo de cinco anos) é o buraco que surgiu no meio da pista após a classificação do sábado, atrapalhando a programação do restante do dia.

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Apenas alguns minutos haviam se passado depois do final do Q2 da MotoGP quando um boato se espalhou como fogo: “há um buraco enorme no meio da reta de chegada”. Rapidamente começaram as especulações sobre a possibilidade de que a qualificação da Moto2 e da Moto3, bem como a sprint da MotoGP, tivessem que ser suspensas.

Finalmente, com quase uma hora e meia de atraso, teve início a corrida curta de sábado, com Marc Márquez conquistando uma vitória espetacular, a primeira da temporada. E em uma coletiva de imprensa no final do dia, os pilotos falaram sobre o que aconteceu.

“Rezamos para que as condições se mantivessem assim. Aquele buraco está fora do traçado ideal, por isso pudemos correr”, explicou o vencedor da corrida. “É verdade que fizeram um trabalho incrível, mas a sorte foi que o buraco não estava na linha ideal, porque, caso contrário, não teria sido possível correr”, acrescentou.

Joan Mir, Honda HRC

Joan Mir, Honda HRC

Foto de: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images

Joan Mir, da Honda, caiu durante a prova, mas isso não teve nada a ver com o buraco na pista. “Se tivesse acontecido no traçado, poderíamos esquecer a corrida”, disse ele antes de explicar por que isso tinha sido um incômodo.

“Nós, pilotos, temos que nos preparar, e quando ficam te confundindo tanto [com os sucessivos atrasos na largada], bem, isso não nos agrada. ‘Prepare-se! Agora, não; espere. Sim, agora sim, pode se preparar já. Depois, também não”, disse o piloto, que está com uma forte gripe e se sente “sem energia”.

Jorge Martín voltava ao pódio quase um ano e meio depois e estava feliz no final da corrida sprint, então pouco ou nada lhe importou o episódio do buraco. “Tudo pode acontecer. Há vibrações na reta e muitos buracos. O problema do buraco era mais mental, o de se preparar e estar pronto na hora certa. Felizmente, isso é algo que eu treino”, explicou sobre a preparação.

“Não é fácil manter a concentração por mais de uma hora e meia depois. Simplesmente segui minha rotina, como antes”, observou.

Reparan un socavón en la recta de meta.

Reparando um buraco na reta final.

Foto de: Gold and Goose Photography / LAT Images / via Getty Images

Sobre o buraco no meio da reta, ele disse que “eles resolveram. Eu nem vi. Acho que estava fora da trajetória. Podemos correr com um buraco, porque não está na trajetória, então nós, os pilotos da MotoGP, podemos lidar com isso”.

Para Jack Miller, a localização do buraco minimizava o perigo da situação.

“Se você acabar lá, é porque está fazendo algo muito errado. Eles fizeram o que puderam e nos permitiram voltar a competir, então seguimos em frente. Claramente, a base não estava lá embaixo do asfalto”, observou o piloto australiano.

Francesco Bagnaia, por sua vez, adotou um tom mais crítico: “Chegamos ao Brasil um  o cedo demais, e as coisas não estavam 100% bem organizadas”, apontou, embora o italiano tenha destacado o trabalho dos organizadores. “Todo o esforço que estão dedicando está nos permitindo correr, e a pista é muito bonita”, admitiu.

Agujero en la recta de salida/meta del Circuito de Goiana

Buraco na reta de largada/chegada do Circuito de Goiana

Foto de: German Garcia

JÁ É GP BRASIL! Pódio Cast traz TUDO: Papo com MÁRQUEZ e Diogo, Quartararo RESENHA, Zarco, MARTÍN e+

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