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NASCAR Brasil: Nicolas Costa se emociona com pódio na estreia após ano parado

Piloto relembrou momento de baixa em 2025, depois de ter grande estreia no Mundial de Endurance no ano anterior

Nicolas Costa

Nicolas Costa

Foto de: Luciano Santos

Entre os estreantes da NASCAR Brasil Series em 2026, Nicolas Costa foi aquele que mais se destacou na corrida 1 da etapa de Santa Cruz do Sul, a primeira do ano. Saindo da 16ª posição, o carioca conseguiu avançar até o terceiro lugar, garantindo um pódio logo na estreia.

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Mas, para o piloto da A. Mattheis Vogel, o número 3 do troféu tinha importância semelhante ao número 1. Isso porque o acordo para correr na NASCAR Brasil foi fechado apenas na última semana. Mais do que isso, esta é a primeira competição em que Nicolas está de maneira integral após um ano de incertezas e sem assento em 2025.

“É uma grande realização, é um P3 que vale uma vitória”, disse Nicolas durante o pódio de Santa Cruz. “A equipe trabalhou demais para gente poder achar alguma coisa no carro. Eu estava extremamente frustrado nos treinos, no quali a gente foi 16º, hora nenhuma ficou entre os 15, em nenhum treino, nenhum quali.”

“E é muito atípico isso. Eu vim aqui com uma pressão muito grande sobre mim mesmo, para provar para mim, mais do que para qualquer outra pessoa, de que eu amo isso aqui e que eu mereço estar aqui.”  

“Depois do que aconteceu no WEC, em que tive um ano estelar na estreia, lideramos metade das provas do ano, em um campeonato de nível mundial, eu tive que de novo ficar um ano inteiro parado, por falta de patrocínio. E isso machuca muito. Isso também põe muito à prova o seu amor pelo automobilismo. E eu estava mal.”

A chuva que caiu na madrugada de sábado para domingo ajudou o piloto. 
“Sexta-feira, ontem, eu estava muito chateado. E, graças a Deus, São Pedro mandou uma água. Achamos os caminhos e cada relargada eu conseguia encontrar alguns buracos para ganhar uma, duas, três posições, e assim fomos para frente.”  

“Foi uma corrida agressiva, mas estou extremamente realizado, tenho que agradecer muito a equipe, que tem um carro campeão, e agradecer também a Porto, a Militec e todo mundo que viabilizou essa oportunidade de estar na NASCAR agora, que foi aos 48 do segundo tempo.  E, enfim, foi um grande peso que eu tirei das costas, e uma descarga muito forte de emoção”, concluiu. 

 

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