Primeiro pole position e último vencedor no TCR South America, Raphael Reis busca primeiro título internacional

Piloto experiente e vitorioso no Brasil parte para primeira conquista fora do País

Primeiro pole position e último vencedor no TCR South America, Raphael Reis busca primeiro título internacional

Com 27 anos e muita experiência, o brasiliense Raphael Reis é um dos grandes nomes do TCR South America. Especialista em carros de Turismo no Brasil, conquistou o título da Stock Light em 2018 e uma vitória na Porsche Endurance Series, em 2020.

Na temporada 2021 foi o primeiro pole position da história do TCR South America, em Interlagos, e conquistou o segundo lugar na primeira prova. Em Curitiba, junto com Valdeno Brito, liderou até a última volta quando um furo de pneu fez a dupla terminar na terceira colocação.]

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Na sequência de provas em Rivera, El Pinar e Rio Cuarto Raphael Reis não conseguiu subir ao pódio, mas se manteve no top-3 da competição.

Embora tenha mostrado muita velocidade, o piloto do Honda Civic Type R #77 ainda não havia vencido. Em Buenos, em dupla com Bebu Girolami, Reis e a equipe W2 Racing transformaram a velocidade apresentada nas outras etapas em vitória.

Após o triunfo no Autódromo Oscar e Juan Gálvez, Reis se aproximou dos líderes e soma 184 pontos, 14 a menos que Pepe Oriola, primeiro colocado na tabela.

Com 110 pontos em jogo até o fim do ano, o brasileiro segue confiante em busca do seu primeiro título internacional e da história do TCR South America.

Qual sua estratégia para a disputa do título?

Consistência é a chave para vencer qualquer competição. Então nas próximas provas o objetivo é pontuar ao máximo e não me envolver em riscos desnecessários.

Como avalia a temporada inaugural e a sua performance?

Eu acho que estamos muito bem neste primeiro ano. Colocamos os dois carros na luta pelo título e isso mostra o nosso potencial. Eu gosto muito dos carros com tração dianteira, na pilotagem acho que me adaptei muito rápido, inclusive fiz a pole na primeira etapa. O maior desafio para mim foram as largadas paradas e acho que ao longo do ano melhorei neste aspecto, pessoalmente tenho mostrado velocidade e a vitória em Buenos Aires comprovou isso. Diante de tudo que falei vejo como um ano muito positivo.

Como e por que resolveu competir o TCR South America?

Desde o ano passado quando soube que o TCR viria para a América do Sul já me interessei. Gosto muito dos formatos das provas, do tipo de carro e acho interessante o fato de poder competir com o mesmo regulamento em diversos lugares do mundo. Então basicamente foram esses os fatores que me fizeram escolher participar do campeonato e acho que está valendo muito a pena.

Como está sendo para você competir internacionalmente e como se adapta aos novos circuitos?

Eu estou muito contente de ter esse intercâmbio com pilotos de outras nacionalidades, aprendo a cada etapa. Quanto aos traçados novos tento sempre assistir a onboard de outros pilotos e uso o simulador de corrida. Sinto que isso tem me ajudado a chegar competitivo em todas as etapas.

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