F1: Red Bull explica 'reconstrução' de acidente com Albon e diz que incidente é "capítulo encerrado"

Christian Horner explicou que equipe aproveitou dia de teste que já estava planejado para o tailandês

F1: Red Bull explica 'reconstrução' de acidente com Albon e diz que incidente é "capítulo encerrado"

A Red Bull veio à público nesta sexta (30) explicar por que colocou Alex Albon na pista em Silverstone na última semana para fazer uma reconstrução da batida de Lewis Hamilton em Max Verstappen no GP da Grã-Bretanha de Fórmula 1, gastando um de seus dias de filmagem com o carro de 2021.

Em meio à polêmica da colisão, a Red Bull buscou forçar a FIA a revisar o incidente e a punição dada a Hamilton. A equipe austríaca sentia que 10 segundos não eram suficientes, e submeteu novas evidências com a expectativa de reabrir o assunto.

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A FIA revelou na quinta que uma das novas evidências submetidas pela Red Bull era a reconstrução da pilotagem de Hamilton na volta de abertura do GP, com o carro sendo conduzido por Albon.

Falando sobre a submissão, o chefe da Red Bull, Christian Horner, disse que a equipe queria usar a saída de Albon como forma de provar que Hamilton não teria como completar a curva Copse naquela velocidade e trajetória.

Horner também deixou claro que o dia de filmagem em Silverstone não foi gasto apenas para a reconstrução.

"O teste já estava planejado desde antes do evento porque seria um dia de filmagem promocional, feito obviamente com um carro de dois anos. É um modo de manter nosso piloto reserva pronto para correr. O dia já estava planejado há algum tempo. Não foi organizado especificamente para isso".

Horner disse que a esperança era de que os dados de Albon confirmariam os dados de simulação acumulados pela equipe, que mostravam que a velocidade e trajetória de Hamilton na Copse significavam que ele não superaria a curva.

"O que fizemos durante o teste foi pedir que Alex pilotasse em uma linha similar à das simulações que conduzimos em nosso software, incluindo o de pilotos, para demonstrar o que aconteceria ao conduzir naquela linha e a necessidade de frenagem".

"Não conseguimos atingir a velocidade que Lewis estava naquela linha. Em termos de condições, obviamente foi muito similar. E isso era um grupo útil de dados para reafirmar o que havíamos visto nas simulações".

O pedido da Red Bull de revisão do incidente foi rejeitado pelos comissários, que sentiam que a evidência fornecida não era relevante o suficiente, Horner disse que não se arrependia de ter levado o assunto além.

"Sentíamos, ao olhar os dados e a gravidade do acidente, que haviam dados que não estavam disponíveis para os comissários na tomada da decisão. Então apresentamos estas informações".

"Eles nos deram uma audiência justa ontem, onde falamos sobre os dados, posição e velocidade dos carros. O fato de que Lewis teve que frear 23 metros mais cedo para fazer a curva. O fato de que Max estava em uma trajetória idêntica à de Charles Leclerc, e que o resultado com ele teria sido idêntico se Lewis tivesse a mesma abordagem".

"Então apresentamos os dados, sentimos que a audiência foi justa. Os comissários sentiam que não era uma evidência nova dentro dos limites do regulamento e por isso o pedido foi recusado. Aceitamos isso".

"A competição depende de ganhos marginais e de não deixar pedra sobre pedra. Claro, quando você tem um acidente nesta velocidade e impacto, claro, você quer uma investigação completa".

"Mas, para nós, este capítulo está encerrado, os comissários tomaram sua decisão e vamos focar agora neste fim de semana e o resto do campeonato".

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