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"Essa pista pode ser melhor para nosso carro", espera Massa

Brasileiro se mostra otimista com retas de Montreal, mas acredita que vantagem da Mercedes será ainda maior

Após um final de semana difícil em Mônaco, que terminou com um belo sétimo lugar depois de largar em 16º, Felipe Massa acredita que terá vida mais tranquila neste final de semana, no GP do Canadá, sétima etapa do Mundial. Isso porque as características do circuito Gilles Villeneuve, com predominância de retas, deve favorecer o rendimento de sua Williams, como o brasileiro reconheceu ao TotalRace nesta quinta-feira em Montreal.

“A expectativa é de poder fazer uma boa corrida, acho que essa pista pode até ser melhor para o nosso carro em relação a Mônaco e outros circuitos nos quais a gente correu até agora. Espero ter um carro mais competitivo e vamos tentar fazer uma ótima corrida.”

Nada, contudo, que chegue perto de ameaçar o domínio da Mercedes. Para Massa, as características do circuito ajudam ainda mais a equipe que venceu todas as seis etapas até aqui, com cinco dobradinhas, a voar na ponta.

“Acredito que eles têm um carro fantástico em todas as áreas. Em uma pista como esta, o efeito da vantagem do motor é maior. Além disso, eles têm um carro bom em todos os tipos de curvas e em freadas. Então acho que a vantagem deve aumentar em uma pista como essa”, opinou Massa, que também usa o motor Mercedes em sua Williams.

Depois das dificuldades enfrentadas em Mônaco com a baixa pressão aerodinâmica gerada pelos carros novos, Massa comentou ainda que não espera sofrer tanto no Canadá. Devido às longas retas, antigamente se usava pouca carga aerodinâmica nos carros, com configuração semelhante a Monza. Nesse caso, o carro ficaria muito arisco nas freadas, o que poderia ser um risco com a proximidade dos muros. Porém, o brasileiro explicou que isso mudou.

“É um cenário diferente. No passado, usávamos muito menos carga aerodinâmica aqui do que em outras corridas. Acho que a maioria deve usar a máxima carga aqui, como nós vamos fazer. Por isso acho que devemos perder menos em termos de aderência em comparação com outras pistas.” 
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