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Julgamento por suborno tira chefão da presidência da F-1

Acusações levam ao afastamento de Bernie Ecclestone da diretoria da CVC, mas inglês continuará cuidando do esporte

O promotor da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, terá de se explicar no tribunal alemão após a corte de Munique determinar que a acusação de pagamento de propina durante uma transação relativa a ações da categoria irá a julgamento a partir de abril.

A CVC, que controla a categoria, anunciou que o julgamento fez com que Ecclestone saísse da diretoria da empresa. Porém, o inglês continuará tomando as decisões do esporte. Atualmente, o empresário cuida de toda a parte comercial da Fórmula 1. "A aprovação e assinatura de contratos signficativos e outros acordos econômicos agora ficará a cargo do presidente, Peter Brabeck-Letmathe, e do presidente substituto, Donald Mackenzie", divulgou a CVC em comunicado. 

A acusação afirma que Ecclestone pagou ao banqueiro alemão Gerhard Gribkowsky para garantir que teria prioridade na compra de ações da Fórmula 1 há oito anos. Na época, o banco em que Gribkowsky trabalhava, o BayernLB, tinha 47% da categoria.

Os advogados do inglês de 83 anos, no entanto, se mostra tranquilo. “A decisão de ir a julgamento é normal e não há porque achar que isso é um problema. É algo que os jurados terão de decidir”, afirmaram Sven Thomas e Norbert Scharf em comunicado. “A propina em questão nunca existiu. As acusações que são baseadas no testemunho de Gribkowsky são incorretas e baseadas em fatos incoerentes.”

De fato, Gribkowsky recebeu 44 milhões de dólares de Ecclestone na época, mas o empresário afirma que o pagamento não foi relacionado ao negócio das ações, sendo resultado de uma intimidação do alemão. 

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