Fórmula 1
02 jul
-
05 jul
Próximo evento em
34 dias
30 jul
-
02 ago
Próximo evento em
62 dias
27 ago
-
30 ago
Próximo evento em
90 dias
03 set
-
06 set
Próximo evento em
97 dias
R
GP de Singapura
17 set
-
20 set
Próximo evento em
111 dias
24 set
-
27 set
Próximo evento em
118 dias
08 out
-
11 out
Próximo evento em
132 dias
R
GP dos Estados Unidos
22 out
-
25 out
Próximo evento em
146 dias
29 out
-
01 nov
Próximo evento em
153 dias
12 nov
-
15 nov
Próximo evento em
167 dias
R
GP de Abu Dhabi
26 nov
-
29 nov
Próximo evento em
181 dias

Gil de Ferran relembra teste desastroso na F1 com "cãibra na bunda" e corte na cabeça

compartilhar
comentários
Gil de Ferran relembra teste desastroso na F1 com "cãibra na bunda" e corte na cabeça
20 de mai de 2020 12:23

Atual dirigente da McLaren relembra teste para F1 pela Arrows, em que mal cabia no carro e acabou batendo a cabeça ao sair do cockpit

Na pista, Gil de Ferran se destacou com dois títulos da CART, em 2000 e 2001 pela Penske, além das 500 Milhas de Indianápolis de 2003.

Mas antes, poucas pessoas sabem que de Ferran esteve próximo de ganhar um assento na F1, chegando a fazer testes com a Williams e também na Arrows.

Em entrevista com a jornalista Mariana Becker, em Live no Instagram, o ex-piloto lembrou de ambas as sessões, com sentimentos bastante distintos.

Leia também:

“No final de 1992, eu havia sido campeão de F3 e ganhei um teste com a Williams e fiz no dia do meu aniversário naquele ano, em novembro. Estavam testando o Alain Prost e eu. Ele estava com o carro de 1993 e eu com o carro do Nigel Mansell, que era fantástico. Estava chovendo e eu acabei andando mais rápido que o Prost, mas era um teste que não era comparativo.”

Mas, pela Arrows, as coisas não se saíram bem, mas não por causa dos tempos de volta, mas pela ergonomia do carro, aliado ao 1,77 m de altura do piloto, além de um pequeno acidente que abreviou aquele teste e a nova chance de estar na F1.

“Eu estava tentando algo na F1 até 1993 e 1994. Em 1993, o pessoal da Arrows me convidou para fazer um teste em Estoril no final daquele ano e dei umas 20 ou 30 voltas e me lembro de não me encaixar no carro de jeito nenhum.”

“Eu não sei como o (Gerhard) Berger conseguia guiar aquele carro naquela época. Meu ombro ficava sem o banco, ficava espremido no cockpit, comecei a ter cãibra até no punho de tão apertado, era horrível.”

“Depois de 20 ou 30 voltas deu cãibra nas costas, caibra na bunda, no punho e disse ‘meu Deus, eu preciso descer do carro’. Falei que precisava ir ao banheiro. Moral da história, saí pensativo, olhando para baixo, pensando como ia administrar o dia e não vi a tampa do armário do caminhão e pimba! Arregaçou um pedaço da minha cabeça, tive que tomar 10 pontos e acabou o teste.”

VÍDEO: Entenda por que Ricciardo e McLaren podem brigar pelo topo da F1

PODCAST: Será o fim de Sebastian Vettel na F1?

 

Próximo artigo
Pizzonia lamenta pouco tempo com Lauda, mas lembra: “Sempre me apoiou muito”

Artigo anterior

Pizzonia lamenta pouco tempo com Lauda, mas lembra: “Sempre me apoiou muito”

Próximo artigo

Chefe da Mercedes indica que pretende manter dupla Hamilton-Bottas para 2021

Chefe da Mercedes indica que pretende manter dupla Hamilton-Bottas para 2021
Carregar comentários

Sobre esta matéria

Categoria Fórmula 1