Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Desenvolver novo carro foi como "montar um avião durante o voo", explica Stella

Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

Geral
Geral
Pedro Lima anota top 5 em treino da F4 Winter Series no Algarve

ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

MotoGP
MotoGP
Pré-temporada de Sepang
ANÁLISE: Como a Ducati 'mandou um recado' aos rivais no teste de Sepang da MotoGP

F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
F1: Por que velocidade de aproximação não é mais uma grande preocupação em 2026

Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Fórmula 1
Fórmula 1
Programação da Globo para os testes no Bahrein da F1

Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Endurance
Endurance
Jacoby disputa etapa de Abu Dhabi da ALMS em busca do título

Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

Fórmula 1
Fórmula 1
Chefe, diretores, engenheiros... conheça os principais nomes das equipes da F1 em 2026

STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso

Geral
Geral
STJ nega habeas corpus e ex-Fórmula Delta que agrediu adolescente segue preso
Últimas notícias

Após "batalha", Tamas Rohonyi comemora sucesso de GP da Hungria

Em conversa exlcusiva com o TotalRace, empresário afirma que o país segue firme no calendário há 26 anos porque é bom financeiramente

Tamas Rohonyi e Bernie Ecclestone

Desde 1986 no calendário da Fórmula 1, o GP da Hungria é um dos que é realizado há mais tempo de forma ininterrupta. Enquanto gigantes como Silverstone, Spa e Nürburgring estiveram ameaçados e até a França deixou de ser passagem obrigatória para a categoria na Europa, a prova se firmou como um tradicional ponto de parada no verão europeu.

Parte dessa história se deve a Tamas Rohonyi. Nascido na Hungria e naturalizado brasileiro, o engenheiro de formação falou ao TotalRace como foi difícil levar a Fórmula 1 a um país ainda estigmatizado pelo regime socialista.

“Foi uma batalha para convencer o governo húngaro da época, em 84/85, a trazer um campeonato mundial de automobilismo a um país que, na realidade, não tinha nenhuma tradição no esporte. Mas eles pensaram muito nos aspectos turísticos e econômicos e tomaram a decisão de construir um autódromo e trazer o evento para cá. Foi um grande sucesso, principalmente para o esporte brasileiro, porque o Nelson [Piquet] ganhou a primeira, depois o Ayrton [Senna] também. Foi uma alegria enorme.”

Para Tamas, o sucesso econômico do GP da Hungria é o principal motivo pelo qual a etapa segue firme, mesmo em dias de obras faraônicas, como dos circuitos de Kuala Lampur e Abu Dhabi.

“Acho que eles fizeram e continuam fazendo as contas e, do ponto de vista de receita e turismo, é um negócio fantástico. Vem gente da Europa toda para assistir ao evento, os hotéis estão cheios. Então, o motivo é econômico.”

(colaborou Luis Fernando Ramos, de Hungaroring)

Artigo anterior Whitmarsh elogia luta entre companheiros e defende estratégia
Próximo artigo Confira as frases que marcaram o GP da Hungria

Principais comentários