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Chefe da Mercedes: “prefiro ser o vilão do que o idiota”

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Chefe da Mercedes: “prefiro ser o vilão do que o idiota”

Toto Wolff avalia ordem de equipe polêmica dada em Sochi, e não se arrepende de chamada a Valtteri Bottas

O chefe da Mercedes, Toto Wolff, disse que prefere se sentir o "vilão" por usar ordens de equipe do que o "idiota" no final da temporada, por perder o campeonato.

Wolff assumiu a responsabilidade de dizer a Valtteri Bottas para deixar Lewis Hamilton passar no GP da Rússia, permitindo que o britânico vencesse a corrida e aumentasse sua vantagem sobre Sebastian Vettel no campeonato de pilotos para 50 pontos.

"Alguém precisa ser o vilão às vezes, e sou eu hoje", disse Wolff depois da corrida, assumindo total responsabilidade pela chamada.

“Você precisa pesar. O que eu escolho: ser o vilão no domingo à noite, ou um idiota em Abu Dhabi no final da temporada? Eu prefiro ser o vilão hoje do que o idiota no final do ano."

A vantagem de Hamilton ainda seria de 43 pontos se ele tivesse terminado em segundo atrás de Bottas com Vettel em terceiro, mas Wolff disse temer o impacto que um possível abandono nas próximas corridas pudesse ter na disputa pelo título.

"Você viu na Áustria: lideramos com os dois carros, para o campeonato de construtores significaria 43 pontos a mais e terminamos com zero", disse Wolff.

“Então você vai para Suzuka, você vai para Austin, você tem um fim de semana desastroso e a diferença passa a ser 25 pontos no campeonato de pilotos, porque acabamos de marcar zero e Sebastian ganhou. Isso se torna uma situação completamente diferente.”

"É duro. Talvez estejamos jogando muito seguro. Mas eu já vi resultados esquisitos no automobilismo, coisas que foram derrubadas na vitória. Nesta temporada você viu a Ferrari sendo o carro dominante por duas ou três corridas, e então somos nós novamente.”

"Então você não pode dar como certo o desempenho de hoje e a performance de ontem. Você não pode dizer que é isso que esperamos fazer até o final da temporada."

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