Pular para o conteúdo principal

Recomendado para você

Indy: Foster conquista a pole em Markham; Palou bate e Collet é 23º

Indy
Markham
Indy: Foster conquista a pole em Markham; Palou bate e Collet é 23º

Indy: Caio Collet parte para corrida de recuperação nas ruas de Markham

Indy
Markham
Indy: Caio Collet parte para corrida de recuperação nas ruas de Markham

F1: Bortoleto, Drugovich e Hulkenberg curtem férias paradisíacas juntos

Fórmula 1
F1: Bortoleto, Drugovich e Hulkenberg curtem férias paradisíacas juntos

F1: Mercedes ativa 'plano B' e corre atrás do prejuízo com atualizações

Fórmula 1
GP da Holanda
F1: Mercedes ativa 'plano B' e corre atrás do prejuízo com atualizações

F1: McLaren tem problema fundamental que só resolverá em 2027

Fórmula 1
F1: McLaren tem problema fundamental que só resolverá em 2027

F-E: Wehrlein brilha e vence corrida 1 em Londres; Di Grassi bate e Drugovich é 16º

Fórmula E
F-E: Wehrlein brilha e vence corrida 1 em Londres; Di Grassi bate e Drugovich é 16º

Pilotos da F1 ficaram "babando" na nova geração de carros da F-E

Fórmula E
Pilotos da F1 ficaram "babando" na nova geração de carros da F-E

F1: Sainz 'abre mão' de vaga na Audi e foca na Williams, diz jornal espanhol

Fórmula 1
F1: Sainz 'abre mão' de vaga na Audi e foca na Williams, diz jornal espanhol
Últimas notícias

Dono da Force India sofre pressão por dívida de 1,3 bi

Chefe da equipe garante que problemas financeiros de Vijay Mallya não vão interferir no futuro do time

A situação financeira da companhia aérea Kingfisher Airlines, de Vijay Mallya, dono na Force India, não para de se complicar. O bilionário indiano está sendo cobrado por 17 credores em seu país natal devido aos empréstimos cedidos à companhia, que está impedida de voar desde outubro. Calcula-se que as dívidas da empresa cheguem a 1,3 bilhões de dólares.

Os bens de Mallya incluem uma grande coleção de carros, super iates e times na liga indiana de críquete e, é claro, na Fórmula 1. Ainda assim, de acordo com o jornal Financial Times, os credores esperam recuperar apenas 30% do débito total.

Mallya já vendeu parte de seus negócios por 1,2 bilhões de dólares no final do ano passado, mas não colocou o dinheiro na companhia aérea. E foi justamente isso que levou os credores a tomarem uma atitude.

Segundo o chefe da Force India, Bob Fernley, isso não afeta a equipe. “Não há conexão entre o que acontece nos negócios de Vijay e sua equipe na Fórmula 1. Então não importa o que acontece por lá. As ações da United Spirits [empresa da qual o indiano vendeu parte] quadriplicaram nos últimos meses, então ele fez um ótimo negócio. Mas a United Spirits ou a Kingfisher indo bem não afeta nossa equipe. E é muito difícil para nós fazermos as pessoas entender isso”, afirmou durante o lançamento do carro.

“Sempre há alguma matéria dizendo que estamos à venda, mas ainda estamos aqui e a força da Force India, algo de que muita gente esquece, está em nossos acionistas. Não precisamos ir ao mercado externo para aumentar nosso orçamento”, garantiu.

Artigo anterior Segundo Boullier, Lotus liderou treinos sem se esforçar
Próximo artigo "Acho que 2014 será um risco para todos", garante Horner

Principais comentários