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Ericsson afirma não saber razão de hiato sueco na Fórmula 1

Piloto da Caterham assegura talento dos pilotos vindos de sua terra natal, mas vê acidente de Peterson como marco negativo

Pela primeira vez em 23 anos a Suécia terá um piloto alinhando para uma corrida de Fórmula 1 no meio do mês de março deste ano, na Austrália. O responsável pela reestreia do país na categoria será Marcus Ericsson. Depois de quatro temporadas e apenas três vitórias na GP2, o piloto subiu de categoria e estará na Caterham o lado do japonês Kamui Kobayashi.

O último piloto sueco a participar de um GP foi Stefan Johansson, quando substituiu Alex Caffi durante a temporada de 1991, largando apenas no GP do Canadá. Falando ao TotalRace, Ericsson relembrou o passado da Suécia nas pistas e disse não saber por que seu país não tem representantes há tanto tempo.

“Já há um bom tempo que a Suécia não tem um piloto na Fórmula 1, já são 23 anos. Foi uma grande notícia na Suécia, estou muito feliz com isso. Tomara que isso continue crescendo durante o ano todo”, disse Marcus.

Para ele, o pior momento foi quando Ronnie Peterson morreu em 1978, na largada para o GP da Itália. “Acho que tivemos grandes pilotos, com muito talento, mas acho que isso vem de um pouco mais tempo, quando Peterson teve seu acidente e morreu. Acho que esse foi o pior momento para a Suécia”, lembrou o piloto de 23 anos.

“A partir daí foi difícil para os suecos, não tivemos aquela coisa natural que, por exemplo, a Finlândia tem, de quando um piloto para, vem outro e chega à F-1. No nosso caso, isso não aconteceu.”

“E, honestamente, não sei por quê. Tenho certeza que os pilotos da Suécia podem ser tão bons quanto qualquer um”, finalizou.

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